segunda-feira, 30 de junho de 2014

Edith Södergran por Maria de Lourdes Pintasilgo


 
 
Por mero acaso, encontrámos este video - e uma escolha de Maria de Lourdes Pintasilgo convoca sempre a nossa atenção -, depois procurámos mais, e aqui está: Edith Södergran. Claro, não podiamos deixar de partilhar este hino ao futuro:
 
O capricho de um segundo
roubou-me o meu futuro
provisoriamente inteiro.
Hei-de reconstruí-lo ainda mais belo
como o imaginava desde o princípio.
Hei-de reconstruí-lo sobre esta terra firme
que se chama a minha vontade.
Hei-de elevá-lo sobre os altos pilares
que se chamam o meu ideal.
Hei-de dotá-lo de um subterrâneo secreto
que se chama a minha alma.
Dotá-lo-ei de uma alta torre
que se chama solidão.

Edith Södergran
 

Edith Irene Södergran
 (Sampetersburgo, 4 de Abril de 1892Raivola, Carélia, 24 de Junho de 1923) foi uma escritora e poeta finlandesa de expressão sueca, uma das introdutoras do expressionismo e do modernismo no verso finlandês. (da Wikipedia).

SAIBA MAIS.

sábado, 28 de junho de 2014

28 JUNHO 2014 | «Arraial Lisboa Pride: Orgulho, Variações e aposta em artistas no palco!»



«A 18ª edição do Arraial Lisboa Pride acontece no sábado, 28 de junho: em 2014, vamos festejar na data exata em que se celebra internacionalmente o aniversário da revolta de Stonewall, marco simbólico da luta pela igualdade de direitos para lésbicas, gays, bissexuais e transgénero.
Em 2014, e pela primeira vez na história do Pride, a Associação ILGA Portugal aposta num conjunto alargado e muito diversificado de músic@s portugueses - atuarão em nome próprio e num espetáculo de homenagem a António Variações no ano em que se completam 30 anos da sua morte.

Contamos com o talento e as diferentes tonalidades musicais de mais de cinquenta astistas portugueses para atuações absolutamente inéditas que, para além da música, vão também garantir que o Terreiro do Paço se torna novamente a maior pista de dança do país até às 04h».
SAIBA MAIS.
E uma boa ocasião para se lembrar o V PLANAO NACIONAL PARA A IGUALDADE DE GÉNERO, CIDADANIA E NÃO DISCRIMINAÇÃO 2014- 2017 | Área Estratégia 4 - Orientação sexual e Identidade de Género:
 
 

sexta-feira, 27 de junho de 2014

OLÁ CRIANÇAS ! OLÁ JOVENS ! TALVEZ LHES INTERESSE (36) | O mundo à nossa Volta | EXPOSIÇÃO | 28 JUNHO | MOITA




O projeto a que se refere este postnão nos é desconhecido. Voltamos a ele porque no dia 28 de junho vai ser inaugurada uma exposição. Então, aqui está, com destaques nossos:

«As associações “Os Filhos de Lumière” e “A Bao A Qu” (na Catalunha), as Câmaras Municipais da Moita e de Bordils, o Agrupamento de Escolas de Alhos Vedros e a Escola de Bordils, juntaram-se no biénio 2012 - 2014 para a realização do projecto: Descobrindo e construindo o património local e europeu através da criação audiovisual, um modelo de cooperação entre o município e a cultura, o conhecimento e a coesão social" desenvolvido no âmbito do programa Coménius Régio.
Durante dois anos, os alunos da Escola de Bordils e do Agrupamento de Escolas José Afonso na Moita exploraram o mundo que os rodeia através da fotografia e do cinema, apoiados pelos seus professores e por cineastas e profissionais de cinema. Observaram, investigaram, filmaram, seleccionaram, montaram e partilharam, dando a conhecer a sua região, cultura e língua, as semelhanças e diferenças, as tradições e memórias, em volta de temas comuns: os bosques e as estações do ano, os espaços vazios, as hortas, os retratos, os ofícios, em cada lugar, em cada país.
Os alunos de Bordils deram a conhecer o seu trabalho e o trabalho dos alunos da Moita numa exposição que decorreu a 21 de junho em Bordils com a presença dos participantes de Bordils e representantes dos três parceiros portugueses. No dia 28 de Junho, será inaugurada uma exposição em Alhos Vedros na Moita, e projecção dos filmes realizados, que irá dar conta do trabalho realizado ao longo destes dois anos nas duas regiões com a presença dos participantes em Portugal e dos parceiros espanhóis». Saiba mais no site   e no blogue dos Filhos de Lumière.








NA COPA DO MUNDO | «O Valente não é Violento»



No Brasil, ao mesmo tempo que  decorre  a COPA outras coisas acontecem  aproveitando essa circunstância:  «A violência contra as mulheres ainda assume variadas formas – física, sexual, psicológica e econômica – que se inter-relacionam e afetam mulheres de todas as idades. Voluntários das Nações Unidas estão atuando nas fan fests da Fifa nas 12 cidades-sede dos jogos, levando informações sobre direitos, serviços públicos e a não violência contra as mulheres para as torcidas, aproximando e conscientizando o público sobre a importância dessa causa». Leia mais. Está a chamar-se a atenção para a iniciativa «O VALENTE NÃO É VIOLENTO»O Valente não é Violento” é uma iniciativa dentro da campanha UNA-SE Pelo Fim da Violência Contra as Mulheres, do secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, que conta com o envolvimento de todas as agências da ONU e é coordenada pela ONU Mulheres.
A iniciativa convida as pessoas a repensar e transformar os estereótipos, ou seja, as ideias pré-concebidas dos papéis sociais denominados femininos ou masculinos e das crenças sobre o que as mulheres e os homens devem ser ou fazer.
Afinal, essas ideias profundamente arraigadas em nossas culturas são a base da desigualdade de gênero, da discriminação das mulheres e, consequentemente, da violência exercida contra elas. Continue a ler.



Ao mesmo tempo,  chama-se  a atenção para o relatório da imagem seguinte, de Maio de 2014, que acompanha a realização dos Objetivos do Milénio no Brasil: 




«Dados do 5º Relatório Nacional de Acompanhamento dos ODM (Objetivos de Desenvolvimento do Milênio) mostram que, entre 2010 e 2012, os relatos de violência física representaram mais de 55% dos atendimentos realizados pelo Ligue 180, a Central de Atendimento à Mulher, criado em 2006 pelo governo brasileiro. Os relatos de violência psicológica (27,6%) e violência moral (11,7%) vêm na sequência, também entre os casos mais comuns reportados».

Outros dados:
- 42,66% das violências denunciadas ocorrem diariamente
- 80,26% das violências denunciadas ocorrem pelos parceiros
- A cada 100 mil mulheres brasileiras, quatro são assassinadas
- O Brasil é o sétimo país com maior índice de homicídios femininos
   23 Junho 2014


E voltemos ao «O VALENTE NÃO É VIOLENTO», em ambiente futebolístico:





quinta-feira, 26 de junho de 2014

«ITINERÁRIOS E CONQUISTAS DOS DIREITOS DAS MULHERES» | 28 Junho 2014 | 15:00 h | Lisboa


«UM ITINERÁRIO DE CONQUISTAS E DIREITOS PARA AS MULHERES - SOBRE A CULTURA E A ARTE» | 27 Junho | 18:00H | Almada




«CONTRA A MGF - MUDAR AGORA O FUTURO» | Prémio | Candidaturas | 24Junho a 4Agosto 2014










quarta-feira, 25 de junho de 2014

«A VELHICE OFENDIDA» | José Tolentino Mendonça



A imagem é um recorte com excerto do artigo de opinião da REVISTA do semanário Expresso desta semana. É um excerto, mas suficiente para mostrar a magnitude do que está em causa. Se puder não perca o texto na integra. Termina assim:

«"A Morte sem Mestre" *é um livro de poesia, claro. Mas a fortíssima carga biográfica ali convocada faz dele também um documento sobre o que é ser velho no Portugal contemporâneo. E não é uma coisa bonita de se ver». 

_________
* Livro de Herberto Helder publicado recentemente:









terça-feira, 24 de junho de 2014

«Empresas obrigam mulheres a comprometerem-se a não engravidar durante cinco anos»

Empresas obrigam mulheres a comprometerem-se a não engravidar durante cinco anos

A notícia da semana passada deixou muita gente perplexa. «A denúncia é feita por Joaquim Azevedo, o homem escolhido pelo Governo para liderar uma equipa que vai traçar um plano de ação para a natalidade até ao final deste mês de junho. Em entrevista à Antena 1, o professor da Universidade Católica do Porto alerta que Portugal vai ser insustentável daqui a menos de 50 anos se nada for feito para travar esta situação. Só nos últimos três anos nasceram menos 13 mil bebés. “É preciso criar condições aos empresários para que aqueles pelo menos se vão consciencializando que isto [promoção da natalidade] é importante e, sobretudo, para que os outros não coloquem obstáculos de monta, nomeadamente obrigando mulheres a assinar declarações de que não vão engravidar nos próximos cinco ou seis anos”, denunciou Joaquim Azevedo, numa entrevista à Antena 1». Continue a ler.

 Entretanto, as reações não se fizeram esperar. Por exemplo: 

- «O presidente da Associação Cristã de Empresários e Gestores (ACEGE) deixa um conselho às trabalhadoras a quem esteja a ser pedido que assinem uma declaração, onde se comprometem a não engravidar nos próximos cinco anos. “Devem recorrer a um advogado e ao seu sindicato, se o tiverem”, indica António Pinto Leite à Renascença». +

- «A crise não fez aumentar as denúncias de práticas que nas empresas contrariam a maternidade, mas os pedidos de pareceres prévios subiram, revela a Comissão para a Igualdade no Trabalho e Empresas (CITE). À Renascença, a presidente da CITE tornou-se mais difícil a detecção de casos ilegais, devido ao receio de perder o emprego». +

- «A CGTP-IN condena veemente a ilegalidade posta em prática, por algumas empresas, que viola os direitos das mulheres trabalhadoras». +

Estamos certamente na esfera dos Direitos Humanos, e mais uma violência contra as mulheres. Acresce sublinhar: «Numa altura em que as projecções do INE apontam o risco de Portugal chegar a 2060 reduzido a 6,3 milhões de habitantes, bastando para isso que a natalidade se mantenha nos níveis atuais e que os saldos migratórios continuem negativos, Joaquim Azevedo é taxativo quando afirma que “Portugal vai ser insustentável daqui a 40 ou 50 anos”, se nada for feito para inverter a atual situação».


Para quem pensa que a luta das
 mulheres já não faz sentido ..., a realidade
a dizer-nos o contrário.



segunda-feira, 23 de junho de 2014

MARIA VELEDA por Natividade Monteiro | 27 junho | 17:30H | BIBLIOTECA ANA DE CASTRO OSÓRIO





CHICO BUARQUE E AS MULHERES

  


Chico Buarque fez 70 anos. E tudo indica que vai  também distinguir-se por envelhecimento ativo. Mas para aqui e agora, no meio do tanto que se escreveu a propósito do seu aniversário, sem  quase procurar:  

ECO FEMININO DA VOZ DE CHICO BUARQUE

E, claro,  trazemo-lo para o Em Cada Rosto Igualdade: Veja aqui. Começa assim: Chico Buarque canta o mistério das mulheres, canta com todo o conhecimento de quem não procura apenas descrever seus dotes, mas antes disso, interpreta-las, destacar suas qualidades, seus gestos, sua voz e seu silêncio. Um voyer da alma feminina que observa e detalha com a simplicidade que transforma o cotidiano em poesia, a rotina, as crianças na rua, amor, traição e abandono em melodia com um claro domínio da linguagem, enriquecendo com um universo de alegorias, metáforas e figuras de pensamentos as letras que encantam do erudito a mesa de bar. Continue, e veja artigos relacionados, onde  há até quem não goste. Deve ser a excepção  ... 




 
«João e Maria»

sexta-feira, 20 de junho de 2014

OLÁ CRIANÇAS ! OLÁ JOVENS ! TALVEZ LHES INTERESSE (35) | Contra o Discurso de Ódio | EXPOSIÇÃO | 23 JUNHO





«Temos o prazer de convidar todas as pessoas para a Inauguração da Exposição do Projeto No Hate Ninja, desenvolvido pelas voluntárias SVE da PpDM com a colaboração da REDE de Jovens no âmbito da Campanha Ódio Não, promovido pelo Conselho de Europa»

A Exposição será inaugurada no IPDJ de Moscavide,
na próxima segunda-feira, às 16:00 
e continuará aberta até dia 15 de Julho
quando começará uma viagem pelo país todo para ser
 apresentada em todos os IPDJ.



20 JUNHO | Dia Mundial do Refugiado






LISBOA TAMBÉM IN BLUE

«Nas noites de quinta e sexta-feira, 19 e 20 de junho, diversos locais de referência em todo o mundo estarão iluminados com a cor azul da ONU. Na ‘Grande Lisboa’, o Cristo-Rei, a Praça do Município, a Estátua de D.José na Praça do Comércio e o Pelourinho de Oeiras associam-se na homenagem à coragem, determinação e resiliência dos refugiados».





JL | «MULHERES AO PALCO»


Como que ampliando o post anterior, o artigo seguinte do JORNAL DE LETRAS - JL - de 11 a 24 de junho: 




TEATRO NACIONAL D.MARIA II | «Três mulheres Altas»




de Edward Albee
TNDM | Sala Garrett
19 JUN - 13 JUL 2014

com
 Catarina Avelar 
Inês Castel-Branco
 Paula Mora 
 José Neves

Encenação Manuel Coelho 


«Três mulheres altas foi escrita pouco tempo após a morte da mãe adotiva do dramaturgo norte-americano Edward Albee e, para a crítica, é talvez a sua peça mais pessoal. Perversamente engraçada, e dita com uma verdade intransigente, a peça reflete profundamente sobre a vida humana, a partir do olhar de três mulheres de diferentes gerações - uma mulher na juventude, uma mulher de meia idade, e uma mulher próxima da morte. Enquanto a mulher mais velha medita sobre a sua vida - incluindo o afastamento do seu filho, visto pela crítica como um alter ego do próprio Albee - desenvolve uma clareza de espírito que transcende o seu corpo debilitado.
Ao partilharem as suas esperanças, estas três gerações de mulheres confrontam os seus arrependimentos e pronunciam ressentimentos. Lida como um retrato do complexo relacionamento de Albee com a sua mãe adotiva, Três mulheres altas continua a ser uma das peças sombriamente mais divertidas do dramaturgo».

E o trabalho seguinte, de RITA BERTRAND na Revista Sábado de ontem, mostra boas razões para não se perder esta peça.





Ainda 
6 JUL 2014 





quarta-feira, 18 de junho de 2014

UMA ESCOLHA | «The top 10 feminist books»




A colega Mónica Guerreiro (DGARTES) deu o alerta para o trabalho do «The Guardian», de 11 de junho, The top 10 feminist books,  de Rachel Holmes. Logo que visitámos o sitio do artigo apeteceu, o que quase sempre acontece, chamar a atenção para o espaço que o jornal atribui ao feminismo, ao género, às mulheres. Só esta separação ... Confira por si neste recorte:






 
A seguir, a atenção foi para o livro da imagem acima, da própria Rachel Holmes,  sobre o que pode ler aqui  de  . Em destaque, encontra-se lá:



the tireless socialist - Karl Marx's daughter was a brilliant feminist 

betrayed by  the men she loved, not least her own father,

 writes Lucy Hughes-Hallett


E só depois nos detivemos na escolha «TOP 10 livros feministas» ,  e nada melhor do que os mostrar aqui através de imagens: 









Sobre a «escolha»,  não se esqueça de ler no The Guardian o que sobre cada um deles está escrito.  E repare como Rachel Holmes começa o artigo:


«Six years writing the life of Eleanor Marx made me review everything I've read about fighting injustice against women and the arrested development left to men by patriarchy. Living with her and her radical friends brought an intimacy to my relationship with the trailblazers offeminism. I rather hope that Tussy – as Marx was known to her friends – might enjoy my choices. 
What makes a great feminist text? The right values for sure. But it also needs sufficient wit, wisdom, energy and eloquence to inspire change beyond its time, perhaps beyond the imagination of its author.  My list includes fact and "non-fact" – as I sometimes think of fiction– poetry, original English and translated writing. Two male authors have made the cut, though I could easily have included more». Continue a ler.



segunda-feira, 16 de junho de 2014

MARIA VELEDA | Prémio Regional Maria Veleda | Direção Regional da Cultura do Algarve





Primeiro, quem foi Maria Veleda«Maria Veleda (pseudónimo de Maria Carolina Frederico Crispem) desde muito cedo se dedicou a causas políticas e sociais, que incomodava os poderes instituídos (eclesiásticos e políticos) – aliás, o seu artigo “A Propósito”, publicado no jornal “A Vanguarda” em 9 de Fevereiro de 1908, a seguir ao regicídio, que esgotou duas edições do mesmo jornal, valeu a Maria Veleda um processo-crime por abuso de liberdade de imprensa, valendo-lhe as suas correligionárias da Liga Republicana das Mulheres Portuguesas, e testemunhando a seu favor personalidades como António José de Almeida, João Chagas, Manuel de Arriaga ou Ana de castro Osório, entre outras –, que não se assustava com ameaças, não concordou com o voto restrito, pretendendo o voto para todas as mulheres. Considerava igualmente, por exemplo, que o anti-clericalismo e o anti-jesuitismo deveria ser discutido na Liga Republicana das Mulheres Portuguesas, situação que nunca agradou, por exemplo, a Ana de Castro Osório». Continue a ler.
Depois, divulgar que a Direção Regional da Cultura do Algarve criou o  Prémio Regional «Maria Veleda». De seguida, os campos  de onde podem provir os projetos  e as atividades  passíveis de candidatura ao Prémio, e mais alguns aspectos nucleares  -  excertos do Despacho 7117/2014: 










MULHERES CONDECORADAS NO 10 DE JUNHO DE 2014


Como largamente noticiado na comunicação social, no dia 10 de junho o Presidente da República condecorou 30 Personalidades.  5 são mulheres. Cinco:



Maria João Avilez

«Aos vinte e oito anos passou a redactora estagiária de A Capital. Em 1974, já redactora efectiva, sai para o Expresso, onde se notabilizou no jornalismo político». Continue a ler na wikipedia.

 Maria Cristina de Castro
(Condecoração a titulo póstumo)

«Como uma das principais referências do canto lírico no país, o seu nome apareceu ao lado de Maria Callas, quando esta actuou em Portugal». Leia mais no Público online.

Maria da Luz Rosinha 

«Autarca desde 1976, tendo desempenhado funções na Assembleia Municipal de Vila Franca de Xira, Junta e Assembleia de Freguesia de Vila Franca de Xira». Foi Presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira. Saiba mais.

Maria das Dores Meira

Actual presidente da Câmara de Setúbal , mas assumiu funções em 2006 na sequência da demissão de Carlos de Sousa. Antes, já era vereadora na autarquia.  Saiba mais.





Isabel Maria Mendes Furtado

É Administradora Executiva do Grupo TMG (Têxtil Manuel Gonçalves). Estudou durante nove anos fora de Portugal, dividindo a vida académica entre o Canadá e o Reino Unido. Saiba mais



quinta-feira, 12 de junho de 2014

DIA MUNDIAL CONTRA O TRABALHO INFANTIL | 12 junho




Como se pode ler no site da OIT Lisboa, para o Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil, que se assinala hoje, dia 12 de junho, este ano «a OIT escolheu o tema da extensão da proteção social como um meio para afastar as crianças do trabalho infantil, uma vez que possibilita o acesso à educação, aos cuidados de saúde e à alimentação. A OIT-Lisboa e a CPLP associaram-se neste Dia Mundial contra o Trabalho Infantil , para a promoção da sensibilização e a necessidade da ação para o combate ao trabalho infantil». Pode ler-se ainda:

«Pobreza e situações de crise podem muitas vezes levar ao trabalho infantil. As famílias com rendimentos mais baixos são muitas vezes aquelas que acabam por recorrer ao trabalho infantil para satisfazer algumas necessidades básicas e lidar com a incerteza. A exposição a crises financeiras que resultam na quebra do rendimento familiar, podem ter um efeito similar nas decisões das familias.

A proteção social é um direito humano que possui igualmente um sentido económico e social, possibilitando o acesso à educação, aos cuidados de saúde e à alimentação e desempenha um papel fundamental na luta contra o trabalho infantil. 

Em 2013, a comunidade internacional adotou a Declaração de Brasília que reforça a necessidade de um trabalho digno para os adultos, de uma educação gratuita, obrigatória e de qualidade para todas as crianças, e de uma proteção social para todos.

No Dia Mundial contra o Trabalho Infantil em 2014 apelamos a:
  • Ações para a extensão, reforço e desenvolvimento da proteção social de acordo com a Recomendação (Nº202) sobre os Pisos de Proteção Social.
  • Sistemas de proteção social que respondam às necessidades das crianças e que ajudem a combater o trabalho infantil.
  • Ações que reforcem o apoio social para grupos de crianças mais vulneraveis.
A CPLP associa-se novamente à OIT-Lisboa a esta campanha para assinalar o dia 12 de Junho como  «Dia Mundial contra o Trabalho Infantil». Com efeito, os ministros do Trabalho e dos Assuntos Sociais da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) decidiram, em Luanda, intensificar os esforços conjuntos para a Prevenção e a Eliminação da Exploração do Trabalho Infantil no espaço da comunidade». Saiba mais.

E o Relatório Mundial sobre o Trabalho Infantil, disponível aqui.


E neste dia seguir, através do site da ILO, a campanha «Red Card to Child Labour»: «There are over 168 million children in child labour worldwide. More than half of them are doing work that puts their health and safety at risk. This is unacceptable. Be part of the global movement and help give children around the world a brand new start. 
On 12 June, the International World Day against Child Labour, the ILO’s Red Card campaign kicks off with an original song, 'Til Everyone Can See, by Incubus guitarist Mike Einziger and violinist Ann Marie Simpson, with featured artists Travis Barker, Minh Dang, Dominic Lewis, LIZ, Pharrell Williams, and Hans Zimmer». 



Mas logo, na homepage:

«World Day Against Child Labour- 12 June
The ILO calls on governments to step up their efforts to extend social protection in order to help keep children out of child labour».







quarta-feira, 11 de junho de 2014

MULHERES E AS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO (TI)





(recorte da capa da revista Expresso| Emprego 
de 7 de junho de 2014)


E do conteúdo do artigo da temática da capa - Elas ainda «fogem» das TI - de Cátia Mateus: