quinta-feira, 31 de julho de 2014

CONSELHO UE | PRESIDÊNCIA ITALIANA | Na esfera da Igualdade




Italia está na presidênciado Conselho da União Europeia durante o semestre em curso. «O programa da presidência italiana enquadra-se no programa conjunto do trio de presidências sucessivas do Conselho da UE. O documento visa promover a articulação entre as presidências da Itália, Letónia e Luxemburgo relativamente ao período compreendido entre 1 de julho de 2014 e 31 de dezembro de 2015» (ver +) . Desse Programa conjunto,  que se pode ler aqui, sobre a IGUALDADE:

 Recorte - Pag. 66 e 67.

No âmbito da Presidência Italiana já teve lugar a conferência  Promoting gender balance in decision making. Para ver o programa pode também clicar na imagem seguinte: 




E há apresentações aqui.

Ainda,  como que em homenagem à Presidência Italiana, façamos uma incursão pelo Dipartimento per le Pari Opportunità. Lá, por exemplo:





«Disponibili on line i dati - distinti regione per regione - relativi alla presenza di donne negli organi di amministrazione e controllo delle 4mila società non quotate in cui uno o più enti delle P.A. detengono una partecipazione superiore al 50%». 
E para terminar sublinhemos a  organização italiana  Women: 



Women mean business and economic growth

No seu site podemos ler: «La sottorappresentazione delle donne nei processi decisionali economici è un fenomeno diffuso in tutta Europa, ma l’Italia figura tra i Paesi con i peggiori dati in questo settore, registrando ampi divari di genere nell’occupazione, nei salari e nell’ambito delle carriere professionali. Nonostante tale quadro non confortante, l’Italia sta attualmente assistendo a una rivoluzione significativa nella leadership femminile. (...)». Continue.




quarta-feira, 30 de julho de 2014

ACABAR COM OS ESTERIÓTIPOS DE GÉNERO | «Mulheres Jornalistas Primeiro»




«Este novo título da coleção «Trilhos da Igualdade» (n.º 6) pretende constituir mais um contributo da CIG para a sensibilização dos/as profissionais da comunicação, alertando para o papel que deverão desempenhar na desconstrução de estereótipos de género, bem como para a divulgação destas questões junto do público em geral». +. Para se saber do conteúdo:



E, desde já, a  «Recomendação CM/Rec (2013)1 do Comité de Ministros aos Estados-Membros sobre a Igualdade de Género e Media»:





terça-feira, 29 de julho de 2014

«L´ÓBSERVATORI CULTURAL DE GÈNERE»




Naturalmente, no Em Cada Rosto Igualdade interessa-nos sobremaneira olhar a cultura e as artes pela perspectiva de género - o que não é assim tão corrente no nosso país. Noutras paragens parece-nos ser mais frequente, e sempre que disso damos conta aqui o divulgamos. É o caso do L´ÓBSERVATORI CULTURAL DE GÉNERE da Catalunha. Chegamos a ele através do post La mirada tuerta del cine español,  no Blog Mujeres do El Pais. E foi assim que também encontrámos a  22ª. Mostra Internacional de Films de Dones.

http://www.mostrafilmsdones.cat/films/

E o Informe 2014 seguinte:





Sobre este evento, através do artigo Les dones i el cinema: el nou informe de l’Observatori Cultural de Gènere, no Núvol el digital de cultura, tal como no Blog Mujeres,  pode ficar-se a saber:


«L’Observatori Cultural de Gènere, que ja compta amb el seu primer any de vida, ha presentat el seu nou informe -“Directores, productores i guionistes al cinema català recent”, realitzat amb la col·laboració de CIMA- que té com a objectiu, amb paraules de Mª Ángeles Cabré, directora de l’Observatori, respondre a aquestes dues qüestions: ¿participen les dones en un número considerable, propi d’una societat amb igualtat de gènere, en la creació de continguts culturals? I ¿la seva participació s’inscriu en càrrecs de responsabilitat i visibilitat o només en posicions subalternes, sota la direcció masculina? Les dades oferides per l’informe són prou eloqüents: entre els anys 2005 i 2012, pel que fa els llargmetratges de producció catalana, la presència femenina en l’àmbit de la direcció és d’un 7,9%, en l’àmbit de la producció d’un 11,5% i en l’àmbit del guió d’un 10%. No calen molts més comentaris per evidenciar la disparitat que existeix en el món del cinema, una disparitat que els indubtables èxits de crítica i de públic d’Isabel Coixet o de Mar Coll no esborren, però ¿és conscient el públic de la desigualtat en el nombre de cineastes?» Continue a ler.

Mas voltando ao Blog Mujeres:
«Del análisis del periodo 2005-2012 en el que hemos puesto la lupa, y en las tres disciplinas que hemos considerado clave, los largometrajes de producción catalana estrenados ofrecen los siguientes resultados en participación femenina: 7,9% en dirección, 11,5% en producción y 10% en guión. Unas cifras francamente bajas, que ofrecen una media de un 9,8% en los tres ámbitos, lo que implica que en dichas relevantes responsabilidades hay una mujer por cada nueve varones.
Ahondando en la dirección, que junto con la interpretación es la cara más visible del cine y la de mayor prestigio (hablamos de una película de Almodóvar, de Bayona, de Coixet…), de un total de 478 filmes producidos y estrenados esos años en Cataluña, tan sólo 43 fueron dirigidos por mujeres. Para compensar, algunas películas de autoría femenina alcanzaron gran renombre y reconocimiento, como La vida secreta de las palabras (Isabel Coixet), La teta asustada (Claudia Llosa) o Tres días con la familia (Mar Coll). Pero eso no quita que sigan siendo muy pocas y algunos años claramente irrisorias». Continue a ler.




onde, em noticia de 22 de julho de 2014: Las directoras españolas manejan presupuestos que son un tercio o que no alcanzan ni la mitad de los que se ponen en manos de sus compañeros varones. Así, no solo son muchas menos las mujeres que consiguen dirigir un largometraje, sino que cuenta con bastante menos posibilidades económicas para hacerlo. +.

Em síntese, uma realidade com a qual se poderá aprender.



segunda-feira, 28 de julho de 2014

CENTRO DE ESTUDOS JUDICIÁRIOS | eBook | «Violência Doméstica - Avaliação e Controlo de Riscos»




Conforme se pode ler no site da CIG: «O Centro de Estudos Judiciários, que vem dando uma atenção muito especial à problemática da Violência Doméstica, organizou uma ação de formação contínua exclusivamente dedicada a essa temática, que contou com a presença de vários/as especialistas e entidades (entre as quais a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género) e que decorreu em Lisboa, em 2012.
Com base nessa ação de formação contínua foi produzido um livro eletrónico que agora se disponibiliza. Estruturado em cinco partes, inclui cada uma das comunicações proferidas nessa ação de formação contínua, bem como os respetivos sumários e apresentações em powerpoint. Inclui ainda alguns textos de apoio, disponibilizados pelos/as palestrantes».

O Conteúdo:

Continue no eBook



sexta-feira, 25 de julho de 2014

RELATÓRIO DO DESENVOLVIMENTO HUMANO 2014




E o Relatório Integral e mais informação
 neste endereço em vária línguas.
E para tudo a 



Sobre o Relatório, acabado de ser apresentado, segundo o Jornal online Observador: «Portugal mantém a 41.ª posição no Índice de Desenvolvimento Humano de 2013, num total de 187 países, segundo o Relatório do Desenvolvimento Humano da Organização das Nações Unidas (ONU), divulgado esta quinta-feira.

O índice é calculado com base em três dimensões do desenvolvimento humano: uma vida longa e saudável, acesso ao conhecimento e um padrão de vida decente. Para isso, são tidos em conta fatores como a esperança média de vida, os anos de escolaridade de cada cidadão e o Produto Interno Bruto (PIB) per capita.
Portugal, que partilha a posição com o Chile, mantem-se no grupo dos países com desenvolvimento humano muito elevado e tem uma pontuação de 0.822. A esperança média de vida é de 79,9 anos, a média de anos de escolaridade de 8,2, os anos de escolaridade esperados 16,3 e o PIB per capita de 24,130.
(...)
O país tem, no entanto, bons resultados em alguns dos indicadores, como em termos de igualdade de género, em que está em 21.º lugar. A Noruega lidera o ranking, seguida da Austrália, Suécia, Holanda e Estados Unidos. Os últimos lugares são ocupados pelo Níger, Congo e República Centro-Africana.
«(...)
O relatório, com o titulo “Sustentar o Progresso Humano: reduzir as vulnerabilidades e aumentar a resiliência”, defende que a vulnerabilidade persistente ameaça o desenvolvimento e que esse problema precisa de ser resolvido para que o crescimento seja equitativo e sustentável.
“As recentes medidas de austeridade aumentaram a pobreza em mais de metade dos países europeus, sendo os grupos mais em risco as crianças, os imigrantes, minorias étnicas e pessoas com deficiência”, alerta o relatório, acrescentando: “É tempo de reavaliar a lógica das medidas de austeridade e focar os esforços em impulsionar os investimentos para crescimento a longo-prazo.”
Dos países de expressão portuguesa, Cabo Verde desce duas posições, para 123.º, São Tomé e Príncipe desce para 142.º, Angola está em 149.º. No último grupo, encontra-se Moçambique, em 178.º, um lugar a frente da Guiné-Bissau, que mantém a sua posição. A Guiné-Equatorial, que se tornou na quarta-feira membro de pleno direito da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, desce três posições, para 144.º». Lei a notícia  na integra.
Quanto aos  mais vulneráveis  um esquema do relatório:












quinta-feira, 24 de julho de 2014

MULHERES, PAZ E SEGURANÇA | Projeto de Resolução do Conselho de Ministros em consulta pública | Até 31 Julho 2014


































De facto, (destaques nossos): «Foi aprovado para consulta pública, em reunião de Secretários de Estado, no dia 21 de julho, o projeto de Resolução do Conselho de Ministros que aprova o II Plano Nacional de Ação para a implementação da Resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas n.º 1325 (2000) sobre Mulheres, Paz e Segurança.
A aprovação deste projeto de Resolução do Conselho de Ministros visa a abertura de uma fase de discussão pública que possa enriquecer e melhorar esta proposta, ficando disponível no portal do Governo, por um período de 10 dias. Durante este período, os interessados podem analisar o projeto e, sendo caso disso, apresentar as suas propostas ou pareceres.
Os interessados devem enviar os seus contributos para o endereço de correio electrónico: mailto:planonacional1325@pcm.gov.pt até 31 de julho de 2014».





E na  Página das Nações Unidas  UN WOMEN o espaço sobre PEACE AND SECURITY onde se pode ler: «Conflicts have devastating consequences, including in widening gaps between women and men. Women often have fewer resources to protect themselves and,with children, frequently make up the majority of displaced and refugee populations. War tactics such as sexual violence specifically target them. Though women have led peace movements and driven community recovery after conflict, they are almost completely missing from peace negotiations. Exclusion from reconstruction limits access to opportunities to recover, to gain justice for human rights abuses, and to participate in shaping reformed laws and public institutions». +.


http://www.unwomen.org/
Visite o site, neste endereço.


E o texto da Resolução 1325:

quarta-feira, 23 de julho de 2014

MARIA JOÃO PIRES | Faz 70 anos







E o Documentário 

«Maria João Pires - No Silêncio de uma Nota»





«Um documentário com a assinatura Panavideo, sobre aquela que é considerada uma das melhores pianistas da atualidade a nível mundial.


Maria João Pires começou a tocar aos 3 anos, interpretando de memória peças que ouvia a sua irmã mais velha tocar. Aos 5 anos deu o seu primeiro concerto com obras de Bach e Mozart e aos 16 concluiu o curso de piano no Conservatório com nota 20 valores. Isto foi apenas o início de um percurso que a levou até à Alemanha, que a fez conquistar vários prémios e que a tornou numa das maiores intérpretes da atualidade.

Mas Maria João Pires não é de todo uma pianista convencional. Paralelamente à sua performance nas maiores salas de espetáculo mundiais, Maria João Pires conduz um trator, amassa pão e cultiva a sua ligação a Terra».



terça-feira, 22 de julho de 2014

LUIS MIGUEL CINTRA |Poesia de autores e autoras portuguesas | Na Pastoral da Cultura





Em 2013, no Dia das Mães, fizemos este post. Voltemos  ao 
«E AS MÃES SÃO CADA VEZ MAIS BELAS», bem como
 a demais poesia,  no site da Pastoral da Cultura
Em particular,  através da voz de Luís Miguel Cintra: Vitorino Nemésio, Ruy Cinatti, Jorge de Sena, Sophia de Mello Breyner Andresen, Fernando Echevarría, José Bento, Ruy Belo, Cristovam Pavia, Pedro Tamen, Adília Lopes
Para já, novamente, Herberto Helder:


No sorriso louco das mães batem as leves
gotas de chuva. Nas amadas
caras loucas batem e batem
os dedos amarelos das candeias.
Que balouçam. Que são puras.
Gotas e candeias puras. E as mães
aproximam-se soprando os dedos frios.
Seu corpo move-se
pelo meio dos ossos filiais, pelos tendões
e órgãos mergulhados,
e as calmas mães intrínsecas sentam-se
nas cabeças filiais.
Sentam-se, e estão ali num silêncio demorado e apressado,
vendo tudo,
e queimando as imagens, alimentando as imagens,
enquanto o amor é cada vez mais forte.
E bate-lhes nas caras, o amor leve.
O amor feroz.
E as mães são cada vez mais belas.
Pensam os filhos que elas levitam.
Flores violentas batem nas suas pálpebras.
Elas respiram ao alto e em baixo. São
silenciosas.
E a sua cara está no meio das gotas particulares
da chuva,
em volta das candeias. No contínuo
escorrer dos filhos.
As mães são as mais altas coisas
que os filhos criam, porque se colocam
na combustão dos filhos, porque
os filhos estão como invasores dentes-de-leão
no terreno das mães.
E as mães são poços de petróleo nas palavras dos filhos,
e atiram-se, através deles, como jactos
para fora da terra.
E os filhos mergulham em escafandros no interior
de muitas águas,
e trazem as mães como polvos embrulhados nas mãos
e na agudeza de toda a sua vida.
E o filho senta-se com a sua mãe à cabeceira da mesa,
e através dele a mãe mexe aqui e ali,
nas chávenas e nos garfos.
E através da mãe o filho pensa
que nenhuma morte é possível e as águas
estão ligadas entre si
por meio da mão dele que toca a cara louca
da mãe que toca a mão pressentida do filho.
E por dentro do amor, até somente ser possível
amar tudo,
e ser possível tudo ser reencontrado por dentro do amor.

Herberto Helder




Imagem: Pablo Picasso

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA | Nova avaliação por parte das forças de segurança





Com sublinhados nossos:
«O Ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, anunciou que as forças de segurança vão passar a dispor de uma nova ferramenta no combate à violência doméstica.
Numa visita ao Gabinete de Atendimento e Informação à Vítima, na Esquadra do Bom Pastor, e ao o Núcleo de Investigação e de Apoio a Vítimas Específicas da GNR, no Porto, acompanhado pela Secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade, Teresa Morais, o Ministro afirmou que a avaliação de riscos em casos de violência doméstica é difícil e sensível de se fazer, pelo que a nova Ficha de Avaliação de Risco permitirá uma apreciação «mais eficiente e exaustiva» do nível de risco de cada caso.
(...).
"Sabemos que uma queixa desvalorizada hoje pode ser mais uma mulher morta amanhã», declarou a Secretária de Estado. Teresa Morais destacou a prioridade assumida pelo Governo no combate à violência doméstica. «Porque o problema da violência não é um problema da família, é um problema de todas e todos nós quando estão em causa direitos fundamentais, como o direito à integridade física, à dignidade e à vida. Porque o problema da violência sobre as mulheres não é um problema das mulheres é um problema de toda a comunidade que afeta de forma insuportável metade da humanidade", afirmou.
A Secretária de Estado enalteceu ainda o trabalho das forças de segurança, bem como o esforço feito na formação e qualificação para uma melhor prevenção e combate a esta violência. "O investimento em formação, o aperfeiçoamento da forma como se avalia o risco de cada vítima, a pro-atividade das forças de segurança numa espécie de policiamento de proximidade junto das famílias de risco que em meios mais pequenos se sinalizam com maior facilidade é seguramente um caminho a aprofundar", referiu. (...)». Leia na integra.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

OLÁ CRIANÇAS ! OLÁ JOVENS ! TALVEZ LHES INTERESSE (39) | Alerta da OMS | O Mundo tem 44 milhões de crianças obesas




«(...)
Uma outra preocupação é a tendência de crianças obesas desenvolverem doenças crônicas como diabetes e problemas cardiovasculares. A agência recomenda uma dieta rica em futas, legumes e verduras, além de grãos. É preciso limitar a ingestão de gorduras e açúcar. Segundo a Comissão de Combate à Obesidade, a publicidade é um fator importante no aumento do peso das crianças.(...). Leia mais.

E aqui no site da OMS saiba mais sobre a obesidade das crianças: acerca da dieta e da actividade física.

A propósito, a Casa Branca tem em curso uma iniciativa Let´s MOve! descrita assim: «America's movement to raise a healthier generation of kids. Everyone has a role to play in reducing childhood obesity».  Visite o site da iniciativa.




E até o Presidente e o Vice Presidente aderiram:





LGBT | Da tecnologia às manifestações culturais



Noah Berger/Reuters


Technology’s Rainbow Connection

Silicon Valley’s Embrace of the Gay and Lesbian Community


 É um artigo do NYT, de 18 de Julho, e dá ideia do caminho que já foi feito mas do que falta fazer contra a discriminação sobre a comunidade LGBT. O trabalho está focado na tecnologia, onde há problemas mas também boas práticas. Lá, sublinhado o que de positivo está a ser levado a cabo por empresas e figuras de topo do sector. Começa assim, o artigo:

SAN FRANCISCO — If it weren’t for the one naked guy, the furries with their articulated ears and the small gaggle of leather-clad members of the Society of Janus, this city’s 44th annual Pride parade in June could have been easily be mistaken for a technology conference.
Every big company in the city and Silicon Valley — Netflix, Facebook,Google, Apple — each offering its own take on gay, lesbian, transgender and bisexual pride, lined up along Spear Street before joining the one-mile parade route on Market Street.
etflix’s contingent marched carrying a blown-up poster featuring the women of “Orange Is the New Black,” with the slogan “Break Out the Pride.” The biotech giant Genentech’s group wore T-shirts proclaiming “Pride Is in Our Genes.” Facebook’s impossibly young employees wore shirts that announced “Pride Connects Us” and branded spectators with rubber stamps that read “Like,” with the familiar thumbs-up icon. Continue a ler.
onde podemos ler, por exemplo:

Today we came together as a community to address our challenges
 and work with the White House on how technology can be used to end
discrimination, as well as the discrimination that members of our
community face in the tech sector».

Link puxa link e chegámos  a São Paulo, no Brasil, a um Programa de Ação Cultural com temática LGBT:
  



Faz sentido estar atento às experiências dos outros. E para terminar, lembremos
28 JUNHO 2014 | «Arraial Lisboa Pride: Orgulho, Variações e aposta em artistas no palco!»post onde recordamos  o V PLANO NACIONAL PARA A IGUALDADE DE GÉNERO, CIDADANIA E NÃO DISCRIMINAÇÃO 2014- 2017 | Área Estratégia 4 - Orientação sexual e Identidade de Género.
E a terminar,  o site da ILGA Portugal - clique na imagem:




sexta-feira, 18 de julho de 2014

DIA NELSON MANDELA | 18 julho | Concerto na Casa da Música




O dia Mandela é uma celebração anual
 da vida de Nelson Mandela.
Este dia especial pede a todos que doem 

67 minutos do seu tempo para uma sociedade mais justa

Música, exposição fotográfica
 e recolha de fundos para a Fundação Nelson Mandela
 Saiba mais: www.mandeladay.com

CONCERTO – DIA NELSON MANDELA
Casa da Música | 18 de julho
PROGRAMA
21:30
Apresentação do Dia Nelson Mandela pelo jornalista António Mateus

22:00

67 Minutos por Uma Causa

Atuação musical | Luís Represas e Mesa

23:07
Entrega dos fundos angariados ao representante da Fundação Nelson Mandela


Exposição de fotografias de África do fotógrafo português João Silva

Valor de entrada : 15€

E o doodle de hoje do Google:

















A educação é a arma mais poderosa 
que temos para mudar o mundo.


CPLP | «Plano Estratégico Igualdade de Género e Empoderamento das Mulheres»



E saiba mais  no site da CPLP  em Reuniões Ministeriais Sectoriais, onde um espaço para  Igualdade de Género. E, deste modo,  com este post continuamos a trabalhar para que melhor se conheça a CPLP na ótica da(s) Igualdade(s). 



quarta-feira, 16 de julho de 2014

PARLAMENTO EUROPEU | Comissão «Direitos da Mulher e Igualdade dos Géneros»













Já está constituída a Comissão do Parlamento Europeu para  os Direitos da Mulher e Igualdade dos Géneros como se pode ver aqui.  A Presidente é a espanhola  Iratxe GARCÍA PÉREZ. Uma Vice-Presidente é a portuguesa Inês Cristina ZUBER.




NADINE GORDIMER morreu





NADINE GORDIMER é  ícone na África do Sul, e é como tal que a quer retratar o «Short film» deste video. Morreu no domingo, e do muito que se tem escrito depois da sua morte, por exemplo, do jornal Público online:  

A escritora sul-africana Nadine Gordimer (1923-2014), prémio Nobel da Literatura em 1991 e uma das mais influentes vozes contra a segregação durante o regime do appartheid, morreu no domingo aos 90 anos. Um comunicado da família informa que a autora “morreu pacificamente” na sua casa de Joanesburgo, na presença dos seus filhos Oriane e Hugo. Gordimer publicou dezenas de romances e livros de contos, muitos deles retratando a África do Sul durante o regime do appartheid. Em 1974, venceu o Booker Prize com The Conservationist (O Conservador, Asa), protagonizado pelo anti-herói Mehring, um sul-africano branco e rico que vai beneficiando dos privilégios que o regime lhe confere enquanto se debate com o crescente sentimento de que a sua vida carece de verdadeiro sentido. 
Nadine Gordimer estreou-se como contista ainda nos anos 40 e publicou o seu primeiro romance, The Lying Days, em 1953. Quando recebeu o Nobel da Literatura, a Academia Sueca justificou a escolha afirmando que a “magnífica escrita épica” da romancista sul-africana trouxera “um grande benefício para a Humanidade”, uma expressão utilizada pelo próprio Alfred Nobel. Continue a ler.




Nadine Gordimer in October 1961. Photograph: Gallo Images/Alamy

E no site da Organização do Prémio Nobel,  video com «Interview with Nadine Gordimer (36 minutes)»  - Interview with the 1991 Nobel Laureate in Literature, Nadine Gordimer, by freelance journalist Simon Stanford, 26 April 2005. Nadine Gordimer talks about her childhood in South Africa; how she became aware of the racism around her (7:01); her first novel and the development of her writing (13:02); changes in South African society (20:10); the anthology 'Telling Tales' (25:50); and receiving the Nobel Prize (30:32). E neste endereço a transcrição, donde:

«(...)
At what point in your childhood did that realisation come, that you were part of a privileged elite and that there was an enormous imbalance?
Nadine Gordimer: I think it came in, you know, in less formal terms, it came from experience. When I walked to my convent school across the veldt, on the left was one of the big mines, the Springs mine, and there was the compound where the black mineworkers lived and they came from all over Africa and I was always warned, now you know don't go anywhere near the mine boys. So you were instilled with the fear of blackness even though there was the black maid of all work, nanny, whatever in the house, but of course she was a woman. She was black, but at least she didn't seem to represent the sexual threat that has always existed about white attitudes towards black, what they regarded as a threat, as if every black mineworker was waiting to jump on some ugly little 10 year old schoolgirl. But to be serious about it, there were the mine concession stores. (...)».

Nadine Gordimer during the interview.

E os livros de Nadine Gordimer: veja aqui. Uma nota pessoal, quando visitei a África do Sul, ainda durante o apartheid, ia de olhos bem abertos para olhar e ver aquela sociedade, e muito disso eu devo à ficção de Nadine Gordimer, cujo percurso de vida continuei a seguir, com admiração.

Terminemos com o a reação da Fundação Nelson Mandela à sua morte:


"We have lost a great writer, a patriot and strong voice for equality and democracy in the world," said professor Njabulo Ndebele, the foundation's chairman. +.