sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

CONVITE | Sessão Evocativa do Dia Internacional da Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina | FEV 2015 | DIA 6 | 15:00H | HOSPITAL S.FRANCISCO XAVIER |LISBOA




Agradece-se confirmação da presença, até 5 de fevereiro, para o e-mail luisa.palha@cig.gov.pt ou tel. 217 983 000.



  P R O G R A M A  





Bebés Mutiladas




A revista da imagem é do jornal Expresso de 25 de outubro de 2014  mas o problema que é manchete continua. Lê-se na capa:
«Bebés mutiladas 
Os fanados tradicionais foram proibidos e substituídos 
por uma prática ainda mais violenta:
a excisão das meninas à nascença .
Uma reportagem de Luís Pedro Nunes e Alfredo Cunha
na Guiné-Bissau».
Outro recorte da reportagem:





quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

RELATÓRIO | «Victims of Crime in the EU: the Extent and Nature of Support for Victims» | E O SITE BRASILEIRO «CLIQUE 180»



Conforme se pode ler no site da CIG:  «Recentemente publicado, o relatório «Victims of Crime in the EU: the Extent and Nature of Support for Victims» revela os resultados de uma investigação conduzida pela FRA (Agência para os Direitos Fundamentais da União Europeia) sobre a prestação de serviços de apoio às vítimas de crime nos 28 Estados-membros da União Europeia (EU), em linha com a Diretiva sobre Vítimas da EU, de 2012 (Diretiva «Establishing Minimum Standards on the Rights, Support and Protection of Victims of Crime»)». Um pormenor do relatório sobre o Brasil:


Veja o site Brasileiro Clique 180: aqui.  E especificamente sobre a «app» neste endereço, donde:
«Descrição
Bem-vind@ ao "Clique 180", um aplicativo que oferece informações sobre o que fazer em caso de violência contra as mulheres.
Aqui você encontra:
- Informações sobre os tipos de violência contra as mulheres;
- A localização dos serviços da Rede de Atendimento e a rota para chegar até eles;
- Um passo a passo detalhado sobre como agir e que tipo de serviço procurar em cada caso de violência contra as mulheres.
- Um botão para ligar diretamente para o 180 (a Central de Atendimento à Mulher para informações e denúncias)
- A Lei Maria da Penha.
- Uma ferramenta colaborativa para mapear os locais da cidade que oferecem riscos às mulheres
O Clique 180 foi desenvolvido tanto para as mulheres que são vítimas de violência, quanto para todas as pessoas que trabalham com o tema, que queiram saber mais sobre o assunto ou que desejem se informar para ajudar uma mulher em situação de violência.


Este aplicativo foi desenvolvido pela Secretaria de Políticas para as Mulheres, em parceria com a ONU Mulheres e a Embaixada Britânica.
Ao abrir o aplicativo pela primeira vez, será exibida uma apresentação rápida sobre sua utilização».



MAIS UMA MULHER ASSASSINADA


Expresso - 24 JAN 2015

E no DN:

«Mulher morta em Setúbal é a primeira vítima de violência doméstica de 2015» - Leia na integra.




quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

NA RTP 2 | «Borgen»



«BORGEN»  está a passar na RTP2, de segunda a sexta. Foi o João, colega da DGARTES, quem primeiro nos chamou a atenção para a série, a pretexto de um episódio em torno da igualdade de género. Mas embora no centro esteja uma mulher, como Primeira-Ministra, Birgitte Nyborg, e já isto não é de somenos - uma mulher num cargo tão importante e protagonista principal não se vê todos os dias - a série é sobre política em sentido amplo e, necessariamente, cobre uma diversidade de assuntos, que tanto podem ser da Dinamarca, a origem da série, como do nosso País, e porventura de um outro qualquer.  Num dos episódios, a conciliação entre a vida familiar e o trabalho era central, mas de forma constante anda por lá. Em particular, mostra os problemas pessoais de uma mulher que ocupa aquela função.  A não perder, e a divulgar. Uma pérola, a nosso ver. Sobre a série, por exemplo, aqui  no i online.



OLÁ CRIANÇAS ! OLÁ JOVENS ! TALVEZ LHES INTERESSE (48) | Ciclo de Teatro Para a Infância no TNSJ | PORTO

no DESTAK de 26 JAN 2015

Saiba mais no  SITE DO TNSJ



terça-feira, 27 de janeiro de 2015

PASSAM 70 ANOS SOBRE A LIBERTAÇÃO DO CAMPO DE EXTERMÍNIO DE AUSCHWITZ | O Teatro São Carlos Assinala a Data | 27 JAN | 21:30H




Diário de Notícias - 26JAN2014






«O SOBREVIVENTE | Memórias de um Brasileiro que escapou a Auschwitz»



«Quem se depara com o simpático semblante do polonês naturalizado brasileiro Aleksander Henryk Laks, 72, não acredita que este senhor resistiu por seis anos em campos de concentração até ser libertado pelas tropas aliadas do nefasto campo de Auschwitz. Sobrevivente dos horrores e atrocidades nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, Aleksander relata os sofrimentos inimagináveis aos quais foi submetido e conta como conseguiu a eles sobreviver no livro O SOBREVIVENTE — Memórias de um brasileiro que escapou de Auschwitz, escrito com a colaboração de Tova Sender». +

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

DAVOS 2015 | Igualdade de Género






FILME | «O Silêncio» | JAN 2015 | 30 | 17:00H | TORRE DO TOMBO


No âmbito da exposição ENTRE MARGENS: 150 ANOS DO  TRATADO DE LIMITES  PORTUGAL - ESPANHA (1864),  na sala de conferências do edifício da  Torre do Tombo, no dia 30 de janeiro, pelas 17h00, será projetado o filme O SILÊNCIO, de António Loja Neves e José Manuel Alves Pereira. Estarão presentes na sessão o realizador António Loja Neves e Paula Godinho, investigadora do Instituto de História Contemporânea da UNL.


sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

MESA REDONDA | «Cartoon e Liberdade de Imprensa» | HOJE | JAN | 23 | 18:30H | MUSEU BORDALO PINHEIRO



«GENDER EQUALITY AND SUSTAINABLE DEVELOPMENT» | 2014


PREFACE
 «(...)
Linking gender equality with sustainable development is important for several reasons. It is a moral and ethical imperative. Efforts to achieve a just and sustainable future cannot ignore the rights, dignity and capabilities of half the world’s population. To be effective, policy actions for sustainability must redress the disproportionate impact on women and girls of economic, social and environmental shocks and stresses. Finally, women’s knowledge, agency and collective action has huge potential to improve resource productivity, enhance ecosystem conservation and sustainable use of natural resources, and to create more sustainable, low-carbon food, energy, water and health systems. Failure to capitalize on this would be a missed opportunity. Women should not be viewed as victims, but as central actors in moving towards sustainability. (...)».

Phumzile Mlambo-Ngcuka
Under-Secretary-General
and Executive Director, UN Women

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

MOLLY JOHNSON | «Strange Fruit»




Strange Fruit

Southern trees bear a strange fruit
Blood on the leaves and blood at the root
Black bodies swinging in the southern breeze
Strange fruit hanging from the poplar trees

Pastoral scene of the gallant south
The bulging eyes and the twisted mouth
Scent of magnolias, sweet and fresh
Then the sudden smell of burning flesh

Here is fruit for the crows to pluck
For the rain to gather, for the wind to suck
For the sun to rot, for the trees to drop
Here is a strange and bitter crop




No JL de21 JAN a 3FEV 2015
(sublinhados nossos)

CURSO DE FORMAÇÃO | «Violência Sexual - Compreender e Intervir» | 2ª. EDIÇÃO | JAN 30 e 31 | FEV 2




quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

CURSO DE FORMAÇÃO | «Melhorar a Eficiência e a Qualidade do Orçamento Público: a Ferramenta da Orçamentação Sensível ao Género»




Principais Objetivos«fornecer informação sobre o desenvolvimento de políticas públicas de igualdade entre mulheres e homens, pretendendo-se abordar com algum grau de detalhe a temática relativa aos orçamentos sensíveis ao género».
ProgramaVer aqui.
Destinatários«técnicos superiores da administração pública (central, regional e local) e os membros dos gabinetes governamentais».
Data e Local 10/02/2015 |  Auditório do Instituto de Defesa Nacional,  Lisboa.
Inscrição |Até ao final do dia 05/02/2015, para o e-mail cejur@cejur.gov.pt (aceitação limitada à capacidade do Auditório).   Ficha de Inscrição disponível neste endereço .
Formadora | Raquel Coello Cremades
Mais .

_________________________________


Entretanto, sobre a matéria,   manual  disponível aqui.  E do Em Cada Rosto Igualdade o post O ORÇAMENTO DE ESTADO TEM GÉNERO ? .




«WORLD ECONOMIC FORUM Global Risks 2015» | «o risco social está presente nos dois riscos com mais impacto potencial».



Há poucos dias saiu o relatório da imagem. Do comunicado de imprensa  disponível em português:

«(...)
Com os 28 riscos globais avaliados para 2015 distribuídos por cinco categorias – econômica, ambiental, geopolítica, social e tecnológica – 2015 destaca-se como um ano no qual o risco geopolítico, que tinha estado bastante ausente do panorama de riscos principais durante a última meia década, regressa à discussão. Com a geopolítica influenciando cada vez mais a economia global, estes riscos são três dos cinco mais prováveis, e dois dos que apresentam maior impacto potencial para 2015.
Também nesta categoria, destacam-se três riscos que se intensificaram de forma mais vincada desde 2014, em termos da sua probabilidade e impacto. São estes os conflitos interestatais com consequências regionais, as armas de destruição massiva e os ataques terroristas.
O panorama de riscos em 2015 mostra também que existem preocupações sobre a capacidade do mundo em resolver as questões sociais mais graves, uma vez que as sociedades estão sob a ameaça de riscos econômicos, ambientais e geopolíticos. Na realidade, o risco social está presente nos dois riscos com mais impacto potencial. (...)». Leia na integra aqui.  Ainda, de lá:


Sobre a elaboração do relatório, aliás, informação constante do próprio documento, reparámos nesta dimensão:  







terça-feira, 20 de janeiro de 2015

MESTRADO EM ESTUDOS SOBRE AS MULHERES | A decorrer o período de candidaturas | ATÉ 6 FEV 2015





Estudos sobre as Mulheres. As Mulheres na Sociedade e na Cultura


«De 19/01/15 a 06/02/15, decorre o período de candidaturas ao Mestrado em Estudos sobre as Mulheres, promovido pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.O mestrado insere-se na atividade científica levada a cabo pelo centro de investigação Centro Interdisciplinar de Ciências Sociais (CICS.NOVA), nomeadamente no que diz respeito à violência de género e ao estudo sobre as mulheres (linha de investigação Faces de Eva). Tendo em vista as recomendações da União Europeia e das organizações internacionais e nacionais, este mestrado pretende também desenvolver conteúdos e competências que permitam às/aos formandas/os sensibilizar as instituições públicas e privadas, bem como as empresas, para a promoção de uma política de igualdade de género». Saiba mais.

GENDER WORKSHOP | Das estereotipias de género à intervenção – Qual tem sido, qual é, e qual deve ser o papel da Universidade na promoção do equilíbrio entre mulheres e homens? | JANEIRO | 29 | CES COIMBRA







GENDER WORKSHOP






29  janeiro 2015 | 17:00H 
Sala 2
 CES-Coimbra



Resumo

«Tendo percebido profundas diferenças entre indivíduos de sexo feminino e de sexo masculino, experimentadas e sustentadas nos grupos com quem contactámos no decurso do trabalho desenvolvido junto de Estudantes da Cooperação (grupo de estudantes de nacionalidade de qualquer dos países da comunidade de língua portuguesa) e no prosseguimento de uma linha de reflexão em Psicologia, assumidamente crítica do saber e das práticas decorrentes das escolas tradicionais desta ciência, propomo-nos centrar a reflexão sobre o papel da Universidade – enquanto possível lugar/tempo de mudança no que diz respeito às questões de género/sexo – e questionar as leituras habituais das perspectivas psicológicas sobre estes assuntos, do seguinte modo:
(1) revisitando alguns dos dados obtidos através de narrativas de mulheres e homens de qualquer dos países mencionados e retrabalhá-los por comparação e relação com novos dados obtidos mais recentemente em entrevistas com jovens estudantes da Universidade de Coimbra;
(2) reflectir acerca das modalidades de trabalho, acção e intervenção do corpo docente da Universidade de Coimbra no que respeita às questões de género na academia;
(3) reflectir acerca do impacto que as modalidades de intervenção e (in)visibilidade da academia pode ter na população em geral e na comunidade universitária em particular;
(4) questionar o mainstream das práticas e da divulgação social de conceitos, padrões de leitura e de comportamento, suportados pela psicologia hegemónica;
(5) propor alternativas e discutir áreas e modalidades de intervenção na academia (e na comunidade) suportadas pelo conhecimento construído à luz das teorias criticas e das perspectivas feministas em psicologia». Saiba mais.



CONFERÊNCIA | «PLACES AND BELONGINGS: GENDER AND FAMILY RELATIONS IN TRANSNATIONAL SPACE» | Fevereiro 2015 | 19 e 20 | ICS Lisboa







E aproveite-se a oportunidade para se divulgar de forma mais ampla a «TRANSNATIONAL LIVES | Mobility and Gender» Ver aqui.




segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

NA BIBLIOTECA ANA DE CASTRO OSÓRIO | «A Baixa da Natalidade: as razões do Estado e os Direitos das Mulheres» | JAN | 30 | 17:30H


2015 | ANO EUROPEU PARA O DESENVOLVIMENTO




Para começar, se quisermos saber a que se dedicaram os «Anos Europeus» anteriores é ir aqui. De facto: «A União Europeia escolhe todos os anos um tema de ação destinado a sensibilizar o cidadão europeu e a chamar a atenção dos governos nacionais para essa questão. Estes temas, durante um ano, estão no centro das preocupações das instituições europeias e dos Estados-Membros. Cada ano europeu é, assim, objeto de uma campanha de sensibilização a nível europeu e a nível nacional». 2015 é o ANO EUROPEU PARA O DESENVOLVIMENTO. O lançamento teve lugar no passado dia 9 em Riga. No site oficial  pode ler-se:



«Ano Europeu do Desenvolvimento: o ano de todos nós | 2015: um fim é também um recomeço 

2015 é um ano especial para o desenvolvimento. É o primeiro Ano Europeu consagrado à ação externa da União Europeia e ao papel da Europa no mundo. Para as organizações de desenvolvimento de toda a Europa é uma oportunidade única para mostrar o empenho da Europa na erradicação da pobreza à escala mundial e motivar mais europeus a implicar-se e a participar no desenvolvimento. Além disso, em 2015 está igualmente previsto alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milénio acordados em 2000, e a comunidade internacional deverá decidir qual o futuro quadro mundial para a erradicação da pobreza e o desenvolvimento sustentável.
O Eurobarómetro de 2013 mostra-nos dados surpreendentes sobre a forma como os cidadãos europeus veem o desenvolvimento:
  • mais de 80 % consideram que a ajuda ao desenvolvimento é importante e 60 % pensam que temos de reforçar essa ajuda
  • dois terços acreditam que a luta contra a pobreza nos países em desenvolvimento deve ser uma das principais prioridades da União Europeia
  • 50 % declaram, contudo, não saber para onde vai a ajuda da União Europeia. (...). Continue a ler.
Em Portugal,  O plano nacional de trabalho  é da responsabilidade do Camões, Instituto da Cooperação e da Língua, e  «incluirá a organização de debates, exposições, exibições de filmes, realizados com organizações da Sociedade Civil, Municípios, Universidades, entre outros parceiros nacionais». Ver neste endereço. E há uma conta no Facebook:





Ainda do site do CAMÕES:  «O ano estará dividido em meses temáticos. Por exemplo, janeiro será dedicado à “Europa no Mundo”, junho ao “Crescimento Sustentável, Emprego Digno & Empresas” e dezembro aos “Direitos Humanos”».


sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

«O TEMPO E O MODO, PARA UM RETRATO DA POBREZA EM PORTUGAL» | A partir de hoje no Hospital Júlio de Matos | Até 27 de Fevereiro



Antes, já nos tínhamos referido a esta iniciativa: aqui


A partir de hoje o Projeto está no
HOSPITAL JÚLIO DE MATOS

De facto (sublinhados nossos):«De 16 de Janeiro a 27 de Fevereiro, o Pavilhão 31 do Hospital Júlio de Matos recebe o projecto O TEMPO E O MODO, PARA UM RETRATO DA POBREZA EM PORTUGAL. 
O TEMPO E O MODO é uma proposta de investigação e de criação, através de documentação escrita, impressa, fotográfica e de uma série de novos trabalhos artísticos, sobre a Pobreza em Portugal, sendo o resultado de toda esta pesquisa documental e visual apresentada numa exposição e registada num livro.

Este projecto tem como principal objectivo contribuir para uma reflexão e visão histórica das formas de pobreza, desde o século XIX até à actualidade, nas suas mais variadas facetas. Julgamos por isso ser fulcral criar um panorama visual e documental da Pobreza na sociedade portuguesa, que compreenda as questões sociológicas, antropológicas, políticas, filosóficas e estéticas, articulando-as num projecto que seja uma reflexão crítica sobre estes problemas.

Esse panorama quer estar fundamentado nas grandes áreas de estudo e pensamento sobre a Pobreza, mas quer também que seja de leitura acessível e clara a todos os cidadãos, constituindo matéria de reflexão pública, assim como um espaço que abra perspectivas de acção e combate à Pobreza, numa proposta clara de pensamento como intervenção.
Um projecto de Paulo Mendes e Emília Tavares, que conta com trabalhos de Gustavo Sumpta, Hugo Canoilas, João Tabarra, Margarida Correia, Maria Trabulo, Nuno Ramalho, Pedro Barateiro e Renato Ferrão, assim como contribuições de Augusto Brázio, Nelson D’aires, Paulo Pimenta, Pedro Ventura e Valter Vinagre. A investigação esteve a cargo de Frederico Agóas, José Neves e Rita Sá Marques.
Aparte do projecto artístico, decorrerá um seminário organizado pela Unipop (www.unipop.info), intitulado "Política, Austeridade e Emancipação: a Metrópole em Tempos de Crise", que decorrerá no dia 24 de Janeiro no Auditório do Hospital Júlio de Matos e contará com a presença de Antonio Negri, António B. Guterres, Eduardo Ascensão, Emília Tavares, Inês Galvão, Judith Revel, Nuno Rodrigues, Nuno Serra, Otávio Raposo, Paulo Mendes e Unipop. A entrada é gratuita». Saiba mais.





O TEMPO E O MODO, PARA UM RETRATO DA POBREZA EM PORTUGAL

Inauguração |  16 Janeiro | 21:30h

Pavilhão 31
Hospital Júlio de Matos – Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa
Avenida do Brasil, 53, Lisboa
Horário | 2ª a 6ª feira das 10:00h às 16:00h 

«KISMIF International Conference 2015» | ENVIO DE PROPOSTAS | Até 15 FEV 2015

Destaque-se o tópico seguinte:

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

«NA SOLIDÃO DOS CAMPOS DE ALGODÃO» | Duas mulheres em vez de dois homens | MARIA JOÃO LUÍS | RITA BLANCO



«O contacto de duas pessoas sem passado comum, sem linguagens familiares, sem cumplicidade histórica, acontece em território neutro, numa noite fria e deserta de sinais, numa qualquer rua sem memória, silenciosa.
Voltar a Koltès significa decifrar uma obra imprescindível para a compreensão da dramaturgia do final do século XX, representativa da condição humana em diálogo com os nossos tempos. Um universo com raízes na rua, nos marginais, nos descriminados, nos injustiçados, "Na Solidão dos Campos de Algodão", obra ilustrativa deste torrencial autor, apresenta-nos uma atitude insubmissa face à hierarquia social do bicefalismo estrutural de dois extremos: o vendedor e o comprador.

A extensa crítica social insiste na fatalidade do irracional prejuízo na ausência de critério, que condenam a Humanidade a manter uma postura de desconfiança face ao outro, comprometendo toda a possibilidade de se conhecerem. A linha reta em que ambos seguiam, converte-se numa linha curva e labiríntica sem espaço para hesitações.

Como dois animais que se cruzam no mesmo território, uma hostilidade violenta submerge estes dois seres humanos, igualmente confusos, cara a cara, dois estrangeiros, degladiam-se ali, num tempo e espaço argumentativo de: ou diálogo ou morte; um combate dialético dominado pelo medo, que apesar da densidade verbal, assinala, um conflito que ultrapassa em muito as palavras. Sem alternativas à ausência de desejo, surge a inevitável guerra e lutam.

Maria João Luís, Rita Blanco e Marcello Urgeghe criam uma despojada dramaturgia cénica, estratégia estética de uma geração que abdica de grandes cenografias ou dispositivos que diminuam a força da palavra deste texto fundamental. Um cenário minimalista e a música de José Peixoto completam esta seca abordagem, e focam o espetáculo no trabalho de ator, centrando-o entre o ritmo, a corporalidade e a entoação verbal. A austeridade poética proposta na peça, jogada com poucos elementos, resulta na máxima rentabilidade, onde tudo significa e nada provoca indiferença».


NA SOLIDÃO DOS CAMPOS DE ALGODÃO
DE Bernard-Marie Koltès | COM  Maria João Luís e  Rita Blanco

8 a 25 janeiro 2015
Teatro São Luiz 
LISBOA


E sobre o espectáculo do Jornal de Letras de 7 de janeiro de 2015:





«Atlas of Electoral Gender Quotas»



e

«This is a unique collection of data on the use of gender quotas around the world. It presents an overview of trends and challenges in the implementation of quotas, and it includes profiles of 85 countries and territories with detailed description of quota systems used in them. The information is extracted from the Global Database of Quotas for Women (www.quotaproject.org) a joint database between the Inter-Parliamentary Union, Stockholm University and International IDEA».
E o espaço Democracy and Gender da IDEA onde se pode ler:  

«The pursuit of democracy is incomplete without policies, measures and practices that seek to reduce inequalities between men and women in all spheres of life and which anchor democracy and its intersection with gender. Democracy is supposed to transform power relations between men and women by promoting the equal distribution of power and influence between women and men».


quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

BRECHT NA ZONA J | «A Boa Alma» | ESTREIA HOJE




Conforme se pode ler no DN, online:  «Um rés-do-chão em Chelas sem portas nem janelas, sem eletricidade, sem loiças na cozinha, sem azulejos na casa de banho, com infiltrações e paredes semidestruídas. Um rés-do-chão frio num prédio degradado no meio de um bairro social de má fama. É assim, para já, a nova Casa Conveniente, onde Mónica Calle estreia, amanhã, o espetáculo A Boa Alma. E é ali que ela se sente em casa. Com o barulho das crianças no recreio da escola em frente, durante o dia. Com a luz dos candeeiros de rua a iluminar a sala, durante a noite. Com os vizinhos que aparecem sem avisar para ver o que ali se passa». Continuando com um excerto do  DN impresso:

A BOA ALMA 

 janeiro 2015 | dias 14 a 31 
De segunda-feira a sábado às 21h30 e domingos às 17h00 (à exceção de dia 25) 
Casa Conveniente / Zona Não Vigiada, Zona J de Chelas
Lisboa




EUROPA | O IMPACTO DA AUSTERIDADE NAS MULHERES | «EWL clip "A she-(re) cession" »




«The austerity measures, which have been introduced throughout Europe as  result of the financial crisis, have disproportionally affected women, undermined years of progress towards women's integration in the labour market and stalled  gender equality. This animated video-clip captures the main messages of the EWL's report on the Impact of austerity measures on women in Europe».

CAMPO DE CONCENTRAÇÃO E EXTERMÍNIO NAZI | Auschwitz-Birkenau



Prisioneiros aguardando a libertação do campo de
 concentração de Auschwitz em janeiro de 1945
 ©BELGAIMAGE/AFP



Ontem no  Parlamento Europeu,  assinalou-se  o 70.º aniversário da libertação do campo de concentração e extermínio nazi de Auschwitz-Birkenau, em 27 de janeiro de 1945. Numa declaração feita  em plenário, o Presidente Martin Schulz,  disse que, «setenta anos após a libertação de Auschwitz, os judeus na Europa ainda temem pela sua segurança», relembrando os ataques terroristas em Paris contra o jornal Charlie Hebdo, polícias e um supermercado judaico. Leia mais.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

ESPECTÁCULO | «Três Faces de um Rosto» | JANEIRO | 17 | 21:00H | Centro de Cultura e Intervenção Feminista | LISBOA





«Três Faces de um Rosto é uma peça que aborda o tema da desigualdade de género na história recente de Portugal, e que pretende por um lado mostrar as mudanças que se operaram no nosso país, por outro fazer uma reflexão sobre a pertinência deste tema na actualidade.
O espectáculo resulta de um trabalho de pesquisa de referências históricas que foram marcos no percurso destas mudanças, e de trabalho de campo com entidades que tratam este tema na actualidade e o conhecem por dentro».  Tirado daqui.

Três Faces de um Rosto
 uma criação do Projecto Magnólia, 
Encenação | Ester F. Gonçalves
Interpretação
  Beatriz Guerreiro Martins | 
Cindy Fernandes | Patrícia F. Marques

Sábado 17 de janeiro - 21h
 Centro de Cultura e Intervenção Feminista/UMAR - Alcântara
 Rua da Cozinha Económica, Bloco D, Espaços 30M/N

BILHETES
 Preço de entrada 4 euros
Marcações: 93 406 42 08
 Aquisição  no local