quarta-feira, 28 de junho de 2017

LIVRO | «30 Desenhos - 30 Histórias - A Voz da Terceira Idade» | APRESENTAÇÃO | 1 JULHO 2017 | 17:00 H | BIBLIOTECA ORLANDO RIBEIRO | LISBOA






«O livro "30 Desenhos, 30 Histórias - A Voz da Terceira Idade" resulta de um projecto do MAE - Movimento Arte Experiência e reúne um conjunto de desenhos da artista plástica Rute Gonzalez, que retratam os sinais do tempo no rosto humano. Aos desenhos, juntam-se textos da autoria de várias personalidades, como Ruy de Carvalho, Rita Redshoes, Olga Roriz e Nuno Gama, entre outros, focados na temática do envelhecimento. A APAV contribui com um texto para o livro, com o objectivo de sensibilizar a comunidade sobre a violência contra as pessoas idosas». Daqui.





PRÉMIOS | «Acesso Cultura 2017»




Há poucos dias  foram entregues os «Prémios Acesso Cultura 2017». Os premiados:

PRÉMIO ACESSO CULTURA - ACESSIBILIDADE INTEGRADA
Museu do Dinheiro

PRÉMIO ACESSO CULTURA - ACESSIBILIDADE FÍSICA

Prémio: Câmara Municipal do Porto, Projecto "Sistemas de Itinerários Acessíveis
Menção honrosa: Câmara Municipal da Batalha, Aldeia Pia do Urso

PRÉMIO ACESSO CULTURA - ACESSIBILIDADE INTELECTUAL

Prémio ex-aequo: Associação Histórias para Pensar, Projecto “Mãos que cantam”
Prémio ex-aequo: ANACED - Associação Nacional de Arte e Criatividade de e para Pessoas com Deficiência
Menção honrosa: Museu de Lisboa, Projecto "Nós por Todos"

PRÉMIO ACESSO CULTURA - ACESSIBILIDADE SOCIAL

Prémio: Câmara Municipal do Porto, Projecto “Cultura em Expansão”
Menção honrosa: Teatro Nacional de São João, Um Teatro Para Todos


_______
Agradecemos ao júri deste ano:

Dália Paulo, Museóloga, Presidente da Direcção da Acesso Cultura
Marco Paiva, Actor, Encenador, CRINABEL Teatro
Maria José Lorena, Fundação LIGA


P A R A B É N S  !






terça-feira, 27 de junho de 2017

FÁTIMA AFONSO | Distinguida com o Prémio Nacional de Ilustração



De notícia do dia 22 passado:
«(...)
"As imagens de Fátima Afonso manifestam uma intensa carga poética e valorizam de um modo muito especial a referida obra, ampliando os horizontes da sua leitura", afirmou o ministro da Cultura, num comunicado enviado à Lusa.
A ilustradora Fátima Afonso venceu a 21.ª edição do Prémio Nacional de Ilustração com o livro "Sonho com asas", anunciou hoje a Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB). (...)». Leia na integra.





«O DIREITO A VIVER SEM MUTILAÇÃO GENITAL FEMININA»




«“Direito a Viver sem Mutilação Genital Feminina” é o mote da campanha que desde o ano passado tem sido relançada nos aeroportos de Lisboa, Porto e Faro, durante os períodos de férias escolares da Páscoa e Verão.
A partir do dia 23 de junho até ao final da primeira quinzena de setembro, a campanha regressará aos aeroportos nacionais com o objetivo de prestar informação sobre as consequências e os riscos da Mutilação Genital Feminina (MGF).
Esta campanha resulta de uma iniciativa conjunta do Governo, em parceria com várias entidades públicas e privadas, designadamente com a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG), tendo como enquadramento o III Programa de Ação para Prevenção e Eliminação da Mutilação Genital Feminina 2014-2017, coordenado pela CIG.
A MGF é uma violação dos direitos humanos das meninas e das mulheres e constitui uma forma de violência de género porque tem por base uma desigualdade estrutural nas relações de poder entre mulheres e homens, limitando a autodeterminação das mulheres e privando-as do seu direito à integridade física e psicológica». Veja mais.


segunda-feira, 26 de junho de 2017

MATILDE SIRGADO | «Crianças em Situação de Rua» | SESSÃO DE APRESENTAÇÃO | 28 JUN 2017 | 18:00 H | LISBOA



Sessão de Apresentação


Edições Sílabo e a autora, Matilde Sirgado, têm a honra de convidar V. Exa


para a sessão de apresentação do livro Crianças em Situação de Rua – O Caso do 


IAC – Projecto Rua «Em Família para Crescer».


29 de junho • 18H00

Livraria Bulhosa • Campo Grande • Lisboa

Entrada livre




sexta-feira, 23 de junho de 2017

«The Berggruen Prize»




«(...)
While modernity has produced a dramatic expansion of knowledge, it has not delivered a commensurate increase in our understanding of our shared human condition. We believe that philosophy, broadly understood as the disciplined intellectual pursuit of wisdom, has a key role to play in making our complex reality more comprehensible and to prepare us to make wiser choices about our future. (...)». Leia na integra.

De como funciona:




Veja aqui

OLÁ CRIANÇAS! OLÁ JOVENS! | TALVEZ LHES INTERESSE (83) | «Orçamento Participativo Jovem»

Leia aqui
«(...)
Que propostas podem ser apresentadas?
Para além das áreas temáticas e valor a definir, as propostas devem respeitar os seguintes critérios:
  • Destinar-se a uma região ou ao país;
  • Inserir-se numa das áreas temáticas definidas para esta primeira edição;
  • Respeitar o limite orçamental a definir para cada projeto (18.750 euros);
  • Ser o mais detalhada possível, identificando os locais de implementação, as ações a desenvolver e os meios necessários para a sua execução; 
  • Ser possível de executar tecnicamente;
  • Não implicar a construção de infraestruturas;
  • Não constituir um pedido de apoio ou uma venda direta de serviços;
  • Não contrariar o Programa do Governo ou projetos e programas em curso. (...)».
E saiba mais no site do OP Jovem:  neste endereço.





terça-feira, 20 de junho de 2017

«Horário do Fim»







COLÓQUIO | «Media e Violência Sexual: da investigação à comunicação» | 21 JUNHO 2017 | 9:30H - 18:00H | CES-LISBOA




«Realiza-se esta quarta-feira, dia 21, entre as 9h30 e as 18h00, o colóquio internacional subordinado ao tema "Media e violência sexual: da investigação à comunicação, numa iniciativa conjunta entre a Associação Portuguesa de Estudos sobre as Mulheres, através da sua rede de investigadoras emergentes (e-APEM), e o Centro de Estudos Sociais (CES). 
O certame, que irá contar com a presidente do Sindicato dos Jornalistas, Sofia Branco, entre os participantes, vai decorrer nas instalações do CES em Lisboa. Na sessão de abertura estará também Catarina Marcelino, Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade.
Visando "proporcionar um espaço de reflexão, debate e diálogo entre especialistas da academia e jornalistas", o colóquio surge num contexto em que, segundo a organização, "os últimos acontecimentos trazidos a público revelaram alguns dos problemas e desafios que o tratamento noticioso da violência sexual traz aos meios de comunicação social", tendo em conta "o importante papel representado pelos media, e pela comunicação social em particular, na reprodução de estereótipos de género e de mitos associados à violência sexual". (...)». Continue a ler.




segunda-feira, 19 de junho de 2017

HERBERTO HELDER | «elegia multipla»

I


Como se poderia desfazer em mim a tua nobre cabeça, essa
torre deslumbrada pelo mudo calor dos dias, pelo
brilhante gelo nocturno? É pela cabeça
que os mortos maravilhosamente pesam
no  nosso coração. Essas flores intangíveis para as quais
temos medo de sorrir, as armas
lavradas, as liras que estremecem e pendem
sobre os rios agitados das coisas. Só o amor as abre
e vê sua confusa e grave geografia, as fontes
livres de onde os pensamentos crescem
como a folhagem iluminada das antigas idades
do ouro.

Eu próprio levanto minha exígua cabeça de vivo,
procuro colocar-me num ponto irradiante
da terra, olhar de frente
com toda a inspiração do meu passado, e estar
à altura dos mortos, na zona
esplêndida e vasta
da sua nobreza - receber essa espécie de força
indestrutível
que envolve a cabeça montada sobre os dias e dias,
de que as rosas bebem  o jeito aéreo e a boca
a delicadeza misteriosa.

Existem árvores cercando os animais sonhadores, o grande
arco das eras com os fogos rápidos
presos como campânulas, e a fixa vontade
do homem ardendo e gelando
no tempo. À beira dos rios canta-se ou deixa-se
que as mãos se gastem, deslumbradas
do seu poder, da sua grande miséria
como um sonho. Um nome, contudo, existe
suspenso sobre as estações do ano. Essa cabeça
dos mortos - a tua cabeça aérea como o verde
das pedras ou o movimento
das corolas frias,
essa cabeça sumptuosa, rodeada de estreitas
víboras -
sobe do nosso, do meu coração, até que a minha
mesma cabeça
nada mais seja que a possessiva, doce cabeça
dos mortos.



herberto helder
elegia múltipla, poema I
poesia toda
assírio & alvim
1996
Tirada daqui

«A nossa dor não tem medida»








«(...)
 “A nossa dor não tem medida, tal como não tem medida a nossa solidariedade, a solidariedade de todos nós para com os familiares das vítimas da tragédia de Pedrógão Grande”, disse, sublinhando a dimensão da tragédia que já ascende a 62 mortos. “Uma só morte em tais circunstancias é sempre uma tragédia. Mas tantas dezenas de mortes são uma tragédia quase sem precedentes na história do Portugal democrático”(...)». Leia mais no Observador.



sexta-feira, 16 de junho de 2017

«Building the Future: Children and the Sustainable Development Goals in Rich Countries»






«(New York/Florence, 15 June 2017) 1 in 5 children in high-income countries lives in relative income poverty and an average of 1 in 8 faces food insecurity, according to the latest Report Card issued by the UNICEF Office of Research - Innocenti.
Building the Future: Children and the Sustainable Development Goals in Rich Countries is the first report to assess the status of children in 41 high-income countries in relation to the Sustainable Development Goals (SDGs) identified as most important for child well-being. It ranks countries based on their performance and details the challenges and opportunities that advanced economies face in achieving global commitments to children.
“Report Card 14 is a wake-up-call that even in high-income countries progress does not benefit all children,” said Sarah Cook, Director of UNICEF Innocenti. “Higher incomes do not automatically lead to improved outcomes for all children, and may indeed deepen inequalities. Governments in all countries need to take action to ensure the gaps are reduced and progress is made to reach the SDGs for children”.»  



«IGUALDADE | É possível? E é desejável ?»







De um dos artigos - Os “naturais” salários inferiores das mulheres

«Eram amigos, Sofia e o colega. Entraram os dois na empresa com 25 anos, no mesmo dia 1 de Abril, jovens farmacêuticos, para ocupar cargos iguais de chefia intermédia na área do planeamento na mesma empresa farmacêutica. Porque eram amigos tinham à-vontade para, aos almoços, falarem de dinheiro – sabiam que tinham entrado a ganhar os mesmos 1500 euros.
Só que os almoços começaram a tornar-se desconfortáveis. “Então e o aumento?” ou “e o teu prémio?” O colega homem perguntava-lhe com a naturalidade de quem partia do pressuposto de que faria sentido receberem os dois os mesmos aumentos intercalares associados aos resultados da empresa, os mesmos bónus de produtividade. O mal-estar foi tal que deixaram de ir almoçar, na verdade, deixaram de ser amigos.
Houve um dia em que alguém afixou, em sítio visível, a lista dos funcionários e respectivos salários, como é de lei, mas pouco acontece. A revelação foi acidental, ao fim do dia já tinha sido retirada da parede. “Deve ter sido um novato dos Recursos Humanos”,justifica Sofia, 36 anos, que prefere contar a história sem usar o seu nome verdadeiro. “Durante 24 horas comparámos.” (...). Continue a ler.







quarta-feira, 14 de junho de 2017

DOS OUTROS | No Brasil discutiu-se a igualdade de género no Setor Público



Leia aqui

«(...)
Iara Alves ressaltou que a equidade de gênero é um tema de extrema importância, sendo necessária a continuidade do debate, discutindo as políticas públicas que promovam o tema, os casos de sucesso e os desafios encontrados. “A ENAP pode ser um lócus de reflexão para que todos os ministérios estejam juntos com a gente discutindo a agenda de gênero”, disse.
Ana Carolina Querino frisou que o tema do seminário é central para afetar a vida das mulheres e homens da nossa sociedade. “Possibilitar a discussão sobre os avanços e desafios na implementação das políticas públicas que visam a promover a equidade de gênero é central para refletirmos todas as discussões que estão se dando na esfera internacional, mas que afetam diretamente a vida de cada um de nós”, explicou.
Para Per-Arne Hjelmborn, a equidade de gênero não é apenas a coisa certa a se fazer, mas também uma necessidade urgente, “se quisermos avançar e alcançar objetivos mais amplos de segurança internacional, paz e desenvolvimento sustentável”. E completou: “Sabemos, de fato, que a igualdade de gênero tem um impacto muito positivo quando se fala em eliminar a fome, o trabalho escravo, o extremismo, as negligências à saúde e à educação e várias outras questões fundamentais para a construção de sociedades muito mais pacíficas”, disse.
Aud Marit Wiig destacou que “ao dar as mesmas chances para todos, podemos criar um setor público mais eficiente, alcançar maior produtividade, aumentar a participação pública na política, distribuir riquezas, combater doenças, e todos os outros componentes que fazem parte do bem-estar de todos os cidadãos”.
Por fim, a ministra Luislinda Valois lembrou que o Ministério dos Direitos Humanos tem como alguns de seus objetivos criar meios para que a mulher realmente ocupe espaços de poder; a redução do feminicídio e combate à violência contra a mulher; garantia de condições dignas; defesa das mulheres negras e não negras; igualdade de oportunidades; e o acesso à educação, saúde, ao mercado de trabalho e ao direito de viver sem medo.
“Por isso, destaco a importância de iniciativas governamentais e da sociedade que visem à equidade de gênero, incentivando uma convivência harmoniosa, sem preconceitos ou discriminações”, concluiu».Leia na integra.


segunda-feira, 12 de junho de 2017

GRANDE PRÉMIO DO WORLD PRESS CARTOON 2017 | «uma imagem sobre o drama dos refugiados» | PARA O IRANIANO ALIREZA PAKDEL




«(...)O "equilíbrio entre a qualidade do desenho, a pertinência do tema e a forma como foi abordado" no cartoon, que retrata o afogamento de refugiados, valeu, segundo o director do salão, o também cartoonista António Antunes, "o consenso do júri" na atribuição do prémio entregue no Centro Cultural e de Congressos (CCC) das Caldas da Rainha. Além do 1.º lugar atribuído a Alireza Pakdel, na categoria de Cartoon Editorial, o 2.º lugar foi atribuído a Kountouris (da Grécia) e o 3.º ao francês Cost. (...)». Leia na integra.




INTERNATIONAL FINANCE CORPORATION | «strong gender strategies»


Leia aqui


«A report from the International Finance Corporation has provided new evidence about the business benefits of closing the gender gap across the value chain after examining companies in low and middle income countries.
Illustrated through nine in-depth case studies, the study offers quantitative data to show how gender-smart interventions can boost profits and productivity, and create efficiencies for companies, with a special focus on strategies which go beyond a well-documented business case for hiring more women to senior leadership positions.
While much has been written about the positive impacts of gender equality on regional or country-level economic growth, less is known about the impacts at the firm level, a gap the IFC report Investing in Women: New Evidence for the Business Case, aims to fill.
Alexa Roscoe, strategy and innovation officer at IFC, said the report’s findings were drawn from a wide variety of programs and organizations». Continue a ler.






sexta-feira, 9 de junho de 2017

PAULA DE SOUSA LIMA | «O Paraíso»


SINOPSE
Com o rei D. Carlos ao leme da nação, os habitantes de uma recôndita aldeia portuguesa dispõem-se a castigar, certa noite, os praticantes de um pecado hediondo, deitando fogo à sua casa na orla de uma floresta paradisíaca. E é tal a sanha colectiva contra os pecadores que - salvo os que ainda não andam e os que já não conseguem andar - só duas pessoas na povoação inteira não participam do massacre: Ana, a parteira, e o padre Engrácio.
Conseguindo adiantar-se ao morticínio, resgatam com vida um par de gémeos recém-nascidos, baptizados nessa mesma noite com os nomes de Laura e Lourenço Duchamp.
Recebidas em orfanatos distintos, as crianças crescerão sob o signo da tristeza, da violência e da solidão, sempre carentes da alma gémea que desconhecem ter, enquanto na aldeia, à medida que os anos passam, a culpa vai consumindo, um por um, os criminosos. Ana, que não pode ter filhos, nunca deixa, porém, de se perguntar pelos meninos que salvou, ignorando, como eles, que o reencontro é sempre uma possibilidade.
Numa linguagem cuidada e bela e um leque de personagens fascinante, Paula de Sousa Lima constrói em O Paraíso uma narrativa pungente sobre o preconceito, o arrependimento e a incapacidade de fugir ao destino. +.

LEMBREMOS A AGENDA 2030 | UM ODS DE CADA VEZ | OBJETIVO 6 | «Água Potável e Saneamento»



Assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todos
Todos no planeta devem ter acesso à água potável segura e acessível. Esse é o objetivo para 2030. A escassez de água afeta mais de 40% da população mundial, número que deverá subir ainda mais como resultado da mudança do clima e da gestão inadequada dos recursos naturais. É possível trilhar um novo caminho que nos leve à realização deste objetivo, por meio da cooperação internacional, proteção às nascentes, rios e bacias e compartilhamento de tecnologias de tratamento de água. O ODS 6 coloca a devida centralidade sobre a água, um recurso primordial para o desenvolvimento sustentável, para a promoção do bem-estar das pessoas e comunidades, e para o crescimento sustentado da economia dos países. Veja as metas do Objetivo 6






quinta-feira, 8 de junho de 2017

«Diversity, Dialogue and Sharing ... / Online resources for a more resourceful world»




GENERAL INTRODUCTION

«Today’s societies are searching for models and practices that will permit them to live together in harmony. Despite the difficulty of the task, efforts continue to be made in this direction throughout the world. It is the combination of these efforts and a better knowledge of one another that will make this type of harmonious cohabitation increasingly feasible. This book takes stock of such efforts by examining the resources shared by a diversity of organizations from all spheres of society working to develop rapprochement, dialogue and social justice within a context of affirmed pluralism. Central to our reflection is intercultural dialogue, as it is shaped by the societies and cultures that implement it and disseminate its various manifestations through myriad-shared resources. Internet-based dissemination is part and parcel of contemporary cultures, and constitutes an extension thereof. Mapping shared resources also means looking at how cultures understand rapprochement and dialogue based on their own identities and actions. Contemporary cultural theories acknowledge the role of the internet in forming and renewing cultures. A few years ago, Ulf Hannerz2 ably showed how, now more than ever, we form a sort of interconnected network, a new ecumene, of which the internet is a key part. Studying the efforts made toward rapprochement and dialogue in various regions of the world via a tool such as the internet has everything to do with this ecumene to which we now belong. Although the priorities and concrete means implemented in different regions of the world are always subject to debate – as they involve ways of coming to an understanding together in order to ‘make society’ – beyond the debate there are experiments being made. It is to these experiments that we wish to draw attention in the following pages. The research presented in this book is based on a project initiated by UNESCO and by an international committee that examined the best resources created to foster cultural rapprochement and intercultural dialogue. The committee had two goals. The first was to collaboratively research the resources that best represent efforts undertaken by various regions of the world in these two domains. The committee was composed of Lupwishi Mbuyamba, Professor and Executive Director at the Observatory for Cultural Policies in Africa, in charge of Africa; Sélim El Sayegh, Professor at the University of Paris-Saclay and Director of the Centre for the Analysis of Disputes and their Modes of Settlement (CADMOS), in charge of the Arab states; Qiao Wang, Consultant, in charge of Asia and the Pacific; Francine Saillant, Emeritus Professor of Anthropology at Laval University and Director of the Centre de recherches en cultures-arts-sociétés (Center for Research in Cultures-Arts-Societies) (CELAT), in charge of Europe and North America; and Lázaro Israel Rodríguez Oliva, Consultant, Transformatorio cultural para el desarrollo, in charge of Latin America and the Caribbean. This book is a reflection of their work. The second goal of the committee was to compile some of the best electronic resources available today, and to feature them on a dynamic and informative website platform3 that would make them easy to consult and maximize their potential for sharing knowledge on the most inspiring practices. (...). Continue a ler na pg. 10.



DIOGO FARO | «Há falta de feministas em Portugal»




Leia aqui




terça-feira, 6 de junho de 2017

segunda-feira, 5 de junho de 2017

OLÁ CRIANÇAS! OLÁ JOVENS! | TALVEZ LHES INTERESSE (82) | ONU abre concurso de vídeos para jovens que lutam contra as mudanças climáticas



´Leia aqui


«Jovens engajados em iniciativas para combater as mudanças climáticas estão convidados a participar de uma competição de vídeos promovida pelo Programa da ONU para o Desenvolvimento (PNUD) e pela Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC). Vencedor receberá como prêmio uma viagem de ida e volta para participar da 23ª Conferência do Clima da ONU. Evento acontece em Bonn, de 6 a 17 de novembro». Continue a ler.



FESTIVAL DE CINEMA DE CANNES 2017 | Sofia Coppola a segunda mulher a ganhar o Prémio de Realização com «The Beguiled» | A PRIMEIRA FOI A REALIZADORA YULIYA SOLNTSEVA EM 1961





«Sofia Coppola venceu o prémio de Melhor Realizadora, com o filme The Beguiled. A realizadora tornou-se assim a segunda mulher na história a arrecadar este galardão.
A primeira e última vez que isso tinha acontecido foi em 1961, com Yuliya Solntseva a receber o mesmo prémio pelo filme The Story of the Flaming Years. Este recupera a discussão sobre o tema da desigualdade de género que ainda existe no mundo do Cinema». Tirado daqui.