sexta-feira, 17 de novembro de 2017

«ROSAS DE ERMERA»





«Poucos meses antes da Segunda Guerra Mundial, uma família separa-se em Lourenço Marques: Maria vai para Timor, os irmãos João e José (depois conhecido por Zeca Afonso) vão para Coimbra, para continuarem os estudos. Com o alastrar do conflito ao Pacífico e a invasão de Timor pelo Japão, as comunicações cessam e os três anos no campo de concentração fazem temer o pior. Em Rosas de Ermera, partindo das memórias dos irmãos sobreviventes e das músicas de Zeca, Luís Filipe Rocha conta uma aventura familiar numa época funesta da história de Portugal». DaquiE do que Jorge Leitão Ramos escreve no semanário Expresso :



Revista «E»| Expresso | 11NOV2017

Ainda: o trailer oficial pode ser visto aqui.



«LA TIERRA DE LA REINA DE SABA»



Já nos temos referido ao conceito da «Focus on Women», e uma vez mais o fazemos, talvez pela intensidade da imagem acima  a propósito de uma próxima viagem: à Etiópia. Veja aqui. De lá:

«VEN A PASAR TU NOCHEVIEJA EN ETIOPIA,
LA TIERRA DE LA REINA DE SABA

Si te has quedado con ganas de viajar a este fascinante país , ésta es la última oportunidad del año, que no te puedes perder. Disfrutarás muchísimo con todos los encuentros y actividades que hemos organizado con fantásticas anfitrionas locales inspiradoras»





quinta-feira, 16 de novembro de 2017

«The Istanbul Convention: combating violence against women at national and EU level»


«Following the tradition to celebrate the International Day for the elimination of Violence against Women, the Committee on Women's Rights and Gender Equality proposes this year to bring together European and National Parliamentarians around the theme: "The Istanbul Convention: combating violence against women at national and EU level".
The aim of the inter-parliamentary Committee meeting (ICM) is to assess what is the state of the ratification and implementation of the Istanbul Convention at EU and national levels and how it is being monitored by GREVIO. The event is taking place in a year that the EU is especially devoting to prevent and combat violence against women. The signature by the EU of the Council of Europe Convention on preventing and combating violence against women and domestic violence (the Istanbul Convention) has been the major milestone of 2017 in the common task of fighting gender-based violence». Saiba mais.




«Na maioria dos casos, os desastres constituem uma carga adicional para mulheres e meninas, pois é sobre elas que recai a responsabilidade do trabalho não remunerado»

Leia aqui
«(...)
Mulheres, meninos e meninas são 14 vezes mais propensos que os homens a morrer durante um desastre. É por isso que esses eventos nos recordam de que é vital levar em conta a diferença de impacto em homens e mulheres, e o mesmo vale para grupos excluídos, como crianças, jovens ou idosos que tendem a ser desproporcionalmente afetados.
Para entender os riscos, é indispensável incorporar aspectos de gênero nas análises de vulnerabilidade e capacidade comunitária. Na maioria dos casos, os desastres causam um fardo adicional para mulheres e meninas, pois é sobre elas que recai a responsabilidade do trabalho não remunerado (provisão de cuidados, água e alimentos para famílias, entre outros), bem como as condições de pobreza, de acesso à educação e de participação na tomada de decisão política e doméstica tornam-se mais agudas. As desigualdades econômicas e sociais fazem com que as mulheres tenham menos recursos e meios, o que aumenta sua vulnerabilidade às ameaças; ainda que, em contraposição, tenham desenvolvido uma série de capacidades familiares e organizacionais que contribuem para o desenvolvimento da comunidade.
No PNUD, apoiamos essa abordagem de gênero, considerando-a fundamental para garantir a integração das diferentes necessidades de homens e mulheres em todo o espectro da gestão de risco de desastres e da recuperação. Também cabem esforços para envolver as mulheres nos processos técnicos e de tomada de decisões para que elas possam reconstruir um mundo mais seguro e uma sociedade mais inclusiva.  (...)»

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

«Mulheres de Mar. Nasceram na praia e foram criadas nos barcos de pesca»




«A Reportagem TSF foi  conhecer mulheres nascidas e criadas no mar, entre barcos e redes de pesca.
As mulheres continuam a desempenhar um papel fundamental nas comunidades piscatórias da costa portuguesa. É a elas que competem os encargos familiares, a gestão da casa e dos filhos, mas também a gestão financeira das famílias.
Quase todas elas nasceram já ligadas à pesca, casaram com pescadores, e algumas viram os filhos partir para alto mar continuando uma viagem que começou há muitas gerações atrás. Todas elas são "Mulheres de Mar".
Nasceram na praia, cresceram na areia e foram criadas nos barcos e nas redes de pesca. São mulheres casadas com o mar.(...)». Pode ler mais e ouvir aqui.  Não perca!




«COP 23 : enjeux, mobilisations, place de l'égalité femmes-hommes»




«Présidée par les îles Fidji, la 23ème conférence des parties à la Convention cadre des Nations unies sur les changements climatiques ou COP23 se tient du 6 au 17 novembre 2017 au siège de la Convention cadre des Nations unies sur les changements climatiques, à Bonn en Allemagne. La COP23 vise un "dialogue de facilitation" pour accélérer des contributions nationales des Etats à partir de 2018. Celles-ci ne permettent pas actuellement d'atteindre les objectifs de l'Accord de Paris de contenir la hausse de la température « nettement en dessous de 2 °C » en 2100 par rapport aux niveaux préindustriels. Un enjeu suivi de près par Adéquations : la prise en compte de l'égalité femmes-hommes et des droits humains dans les négociations. Dans le cadre de la Plateforme Genre et développement, un débat aura lieu au Pavillon français le 15 novembre». Saiba mais.




terça-feira, 14 de novembro de 2017

Audrey Azoulay | «Ex-ministra da cultura francesa é nomeada chefe da UNESCO»



«(...)

Ela é a 11.ª diretora-geral 
da UNESCO e a segunda mulher 
a ocupar essa posição. (...)»

«GENDER EQUALITY AND EMPOWERMENT OF WOMEN AND GIRLS IN THE UK»



Um excerto no capitulo das artes:

«PRIORITIES AND GAPS - Within the arts and media, there are strong examples of progress towards gender equality in production and a significant body of work spelling out clearly the detrimental impact of the way women and girls are portrayed. However, there is no consensus on the major change required to sustain a fundamental shift in the current paradigm; the entertainment industry is ‘slow to progress in creating compelling and complex roles for females’. In 2015 the LSE Commission on Gender Inequality and Power recommended the formation of a UK-wide standing committee tasked with addressing the flaws in data and analysis and commenting publicly in response to high-profile negative portrayals of women, and this offers a positive mechanism for best practice. More consistent gender expertise in the Department for Culture, Media and Sport would support the government to act across the cultural agenda and to address the links between media images and coverage and VAWG highlighted by the Leveson Report, which concluded: ‘the images may reflect a wider cultural failure to treat women with dignity and respect and/or a practice which, intentionally or not, has the effect of demeaning and degrading women». 


sexta-feira, 10 de novembro de 2017

«910 074 755»






número de contacto telefónico para todos os pedidos de transporte de vítimas de violência doméstica 

910 074 755



«O Serviço de Transporte de Vítimas de Violência Doméstica, e dos seus filhos e filhas, pretende assegurar o transporte rodoviário, em segurança, das mulheres vítimas de violência doméstica, dos/as dependentes a cargo, bem como dos seus pertences pessoais, desde as entidades encaminhadoras para a rede nacional de Casas de Abrigo ou para as Respostas de Acolhimento de Emergência em todo o território nacional (Portugal Continental)». +.


«10 Things You Can Do to Accelerate Women at Work»

Veja aqui

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

«Guerrilla feminista en un concurso machista»




«(...)
“Mi nombre es Camila Canicoba y represento al Departamento de Lima. Mis medidas son 2.202 casos por feminicidios reportados en los últimos nueve años en mi país”. Así, contundente, fue la respuesta de una de las participantes a la típica pregunta sobre sus caderas, pecho y cintura. Y la siguieron el resto de sus compañeras, enfundadas en dorados vestidos de lentejuelas. Una a una, fueron enumerando cientos de violaciones, explotación sexual, malos tratos. Datos de una realidad constante para un país, Perú, que ha registrado entre enero y septiembre 94 asesinatos machistas y 175 tentativas. (...)». Leia na integra no Blog Mujeres do El Paìs.




LEMBREMOS A AGENDA 2030 | UM ODS DE CADA VEZ | OBJETIVO 11 |«Cidades e Comunidades Sustentáveis»





«Até 2030, garantir o acesso de todos à habitação segura, adequada e a preço acessível, e aos serviços básicos, e melhorar as condições nos bairros de lata.
Até 2030, proporcionar o acesso a sistemas de transporte seguros, acessíveis, sustentáveis e a preço acessível para todos, melhorando a segurança rodoviária através da expansão da rede de transportes públicos, com especial atenção para as necessidades das pessoas em situação de vulnerabilidade, mulheres, crianças, pessoas com deficiência e idosos.
Até 2030, aumentar a urbanização inclusiva e sustentável, e as capacidades para o planeamento e gestão de assentamentos humanos participativos, integrados e sustentáveis, em todos os países.
Fortalecer esforços para proteger e salvaguardar o património cultural e natural do mundo. 
Até 2030, reduzir significativamente o número de mortes e o número de pessoas afetadas por catástrofes e diminuir substancialmente as perdas económicas diretas causadas por essa via no produto interno bruto global, incluindo as catástrofes relacionadas com a água, focando-se sobretudo na proteção dos pobres e das pessoas em situação de vulnerabilidade. (...)». Continue a ler.





quarta-feira, 8 de novembro de 2017

JULIÁN FUKS | «A Resistência»



SINOPSE
Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura.
"Meu irmão é adotado, mas não posso e não quero dizer que meu irmão é adotado", anuncia, logo no início, o narrador deste romance. O leitor descobre-se à partida imerso numa memória pessoal que se revela também social e política. Do drama de um país, a Argentina a partir do golpe de 1976, desenvolve-se a história de uma família, num retrato denso e emocionante.
Adotado por um casal de intelectuais que logo iriam procurar exílio no Brasil, o rapaz cresce, ganha irmãos, e as relações familiares tornam-se complexas. Cabe então ao irmão mais novo o exame desse passado e, mais importante, a reescrita do próprio enredo familiar.
Um livro em que emoção e inteligência andam de mãos dadas, tocando o coração e a cabeça dos leitores. Saiba mais.


RELATÓRIO SOBRE O PROBLEMA DA SOLIDÃO | nos mais velhos | PARA COMPREENDER E ENFRENTAR | DOS GOVERNOS AOS NEGÓCIOS






Uma passagem:
«To better understand the magnitude of this issue, current interventions and ideas for future solutions, we conducted 50 interviews with experts from six countries and representing a variety of disciplines. We gained unique insights from this global group of medical professionals, social workers, academic researchers, technologists, consumer and device manufacturing experts, software startups focused on the aging market, advocacy groups and government officials. This report focuses on five important questions:
•Why must organizations understand loneliness and aging?
•What precipitates loneliness?
•Why is loneliness so difficult to mitigate?
•How is loneliness in the aging population being alleviated today?
•What are guidelines for future solutions?».




terça-feira, 7 de novembro de 2017

«UN WOMEN ANNUAL REPORT 2016-2017»


«THIS REPORT SHOWCASES the many ways in which we support work at country and global level to turn the aims of the 2030 Agenda for Sustainable Development into results for women and girls worldwide, working closely with Member States and a wide range of partners to realize rights and build resilience».





ERNESTO RODRIGUES | «Uma Bondade Perfeita»


Ernesto Rodrigues vence prémio PEN clube com o livro "Uma Bondade Perfeita". Veja aqui. De lá: «As características peculiares da narrativa, a história actual sobre refugiados, bem como a linguagem foram os motivos para a distinção deste livro editado em 2016»

SINOPSE
«Uma obra que junta uma grande qualidade narrativa e um enredo brilhante.
No dia em que foi mãe, 1 de Março de 1990, Ágata jura dar a vida pela filha, Indira. Tem 18 anos. Quatro anos antes, no Verão, voluntariou-se para um infantário, no estrangeiro. Irma, a irmã, recomendou-a a uma senhora do bairro, Alcina, que dirigia uma organização não-governamental num país longínquo. Foi encontrar o filho da benfeitora, que nascera em 1984: Clemente tinha dois anos. Durante uma semana, não o arrancou do mutismo. Dividida entre dezenas de meninos, que a guerra fechara nos arrabaldes da capital, não houve tempo, quando invadiram o recreio. Não viu quem o raptava; encontrou-se sob um mascarado, que a violou. 
Menigno, o bruto, forçou-a repetidamente; nos intervalos, alimentavam-na bem, perguntando-lhe, em língua retorcida, se sabia o paradeiro de Alcina, a mãe do menino. Ela acariciava uma medalha pobre no seio. Engravidou, mas não viu a filha que nascia: Indira.
Clemente, agora um carrasco de 26 anos, tem por tarefa executar a mãe, Alcina. Recorre a Filodemo, um frade cujo passado de jornalista ilumina existência crua e vingativa de Menigno, ex-marido e director da prisão. 
Num universo turvo, desequilibrado, com sujeitos em perda de identidade, o sexto romance de Ernesto Rodrigues magnifica «uma bondade perfeita, absoluta, tal que nenhuma violência ou imposição nos possa forçar a ser maus». 
Este é um livro que conduz o leitor por uma intrincada teia de encontros e desencontros, sendo atravessado por uma escrita cuidada, que garante prazer de leitura. Pouco deve ser tido como garantido na narrativa, pois ali se semeia surpresa, se tece intriga, se avança com a certeza de que as personagens vão crescendo ao longo das páginas, ganhando espessura e interesse». +.


segunda-feira, 6 de novembro de 2017

WORLD ECONOMIC FORUM | Relatório Global de Desigualdade de Género 2017 | «Retração: 10 Anos de Progresso na Paridade de Género Global fica estagnado em 2017»




«Retração: 10 Anos de Progresso na Paridade de Gênero Global fica estagnado em 2017
· Um mau ano em uma boa década: o Relatório de Desigualdade Global de Gênero 2017 do Fórum Econômico Mundial revela que as lacunas de paridade em saúde, educação, política e local de trabalho estão aumentando pela primeira vez desde que os registros começaram em 2006
·Um total de 68% da lacuna de desigualdade de gênero mundial está fechado agora, com a impulsão revertida pelo declínio da igualdade de gênero no local de trabalho e na representação política
·Alguns países, incluindo França e Canadá, têm feito grandes avanços em direção à paridade no último ano. A Islândia permanece como o país com maior igualdade de gênero no mundo, enquanto os Estados Unidos caíram quatro colocações para o 49º lugar no Índice de Desigualdade Global de Gênero» . Leia mais.

Sobre o Relatório o destaque dado no Slate é impressivo:

«Les inégalités femmes-hommes devraient mettre 217 ans à disparaître totalement»



«Um mês de escândalos de assédio sexual é o princípio de uma mudança cultural?»


Começa assim o artigo do Público:
«Outubro foi um mês de denúncias, e um mês negro em Hollywood. “Não acho que Novembro vá ser mais bonito”, riposta ao PÚBLICO Alan Poul, produtor e realizador. Há um mês, o escândalo Harvey Weinstein era uma história sórdida de assédio e violência sexual que finalmente saía do território das conversas em surdina para um mundo que parecia mais preparado para o denunciar – e para acreditar nas suas alegadas vítimas. Hoje, quando o efeito Weinstein já é a demissão de um ministro britânico, de vários responsáveis em diferentes sectores e de milhões de mulheres (e homens) a dizer “Me Too”, esse mesmo mundo está preparado para mudar?»
Outro excerto:
«(...)
Chegámos a um ponto de acerto de contas há muito devido”, diz Alan Poul, produtor de Sete Palmos de Terra. Numa passagem por Lisboa, considera que era necessário este “ponto de viragem para que as pessoas compreendam quanto se exigiu de forma sistémica às mulheres que se pusessem em posição de desvantagem” e “como o status quo reforça estas tendências que sabemos durarem há centenas de anos”. (...)». Leia mais. Já depois deste trabalho do Público:



Leia aqui

E em Portugal? O que diz Rita Blanco:
O assédio e abuso sexual do produtor de Hollywood Harvey Weinstein a várias atrizes internacionais não é caso isolado. Mesmo em Portugal, onde não existe uma indústria cinematográfica propriamente dita, também acontece, revela a atriz Rita Blanco. “Isso é real. Sabemos” ...». Veja aqui



sexta-feira, 3 de novembro de 2017

ORNA DONATH | «Mães arrependidas»






SINOPSE
«Um tema tabu que começa lentamente a ser discutido: mães que se arrependeram de ter filhos. Mães Arrependidas levanta a discussão pública sobre um tema quase inteiramente silenciado: a vasta quantidade de mulheres que, depois de serem mães, não encontraram a profetizada "plenitude" na maternidade e, muito embora amem os seus filhos, desejariam não ser mães de ninguém. Com base num ensaio que a socióloga Orna Donath, da universidade Bem-Gurion, elaborou para uma publicação académica, este livro apresenta uma análise intrigante sobre um fenómeno de uma atualidade premente». Saiba mais.





«KEY INDICATORS FOR ASIA AND THE PACIFIC | While the region has done remarkably well, several challenges remain. Around 330 million people in Asia and the Pacific still live in extreme poverty»







«The Key Indicators for Asia and the Pacific 2017 (Key Indicators 2017), the 48th edition of this series, provides statistics on a comprehensive set of economic, financial, social, environmental, and Sustainable Development Goal (SDG) indicators for the 48 regional members of the Asian Development Bank (ADB). 
As the data in this publication demonstrates, Asia and the Pacific’s development continues to be impressive on many fronts. Between 2002 and 2013, approximately 707 million people in the region moved out of extreme poverty, based on the $1.90 a day poverty line. The region’s share of global GDP increased from 29% to 41%, in terms of purchasing power parity, between 2000 and 2016. Energy efficiency, measured as GDP per unit of energy use, improved 1.5% annually between 2000 and 2014. And the maternal mortality ratio was halved between 2000 and 2015. As statistics on participation in global value chains show, the region has cushioned the impact of the slowdown in global trade observed since 2011 by increasing the domestic content of its exports and relying more on domestic absorption as a driver of growth.
While the region has done remarkably well, several challenges remain. Around 330 million people in Asia and the Pacific still live in extreme poverty. Economic growth in the region has been accompanied by a rise in carbon dioxide emissions and a decline in renewable freshwater resources per capita. The region’s population is gradually aging, and by 2050 it is estimated that for the first time in history there will be roughly as many people in the region over the age of 65 as under the age of 15. (...)».
A propósito de dados e estatísticas este artigo:



Disponível aqui

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

RELATÓRIO UNICEF |«A FAMILIAR FACE/ Violence in the lives of children and adolescents»



«SUMMARY
All children have the right to be protected from violence inflicted on them by anyone in their lives – whether parents, teachers, friends, romantic partners or strangers. And all forms of violence experienced by children, regardless of the nature or severity of the act, are harmful. Beyond the unnecessary hurt and pain it causes, violence undermines children’s sense of self-worth and hinders their development. 
Yet violence against children is often rationalized as necessary or inevitable. It may be tacitly accepted due to the familiarity of perpetrators, or minimized as inconsequential. The memory or reporting of violence may be buried due to shame or fear of reprisal. Impunity of perpetrators and prolonged exposure may leave victims believing violence is normal. In such ways, violence is masked, making it difficult to prevent and end. 
A Familiar Face: Violence in the lives of children and adolescents uses the most current data to shed light on four specific forms of violence: violent discipline and exposure to domestic abuse during early childhood; violence at school; violent deaths among adolescents; and sexual violence in childhood and adolescence. 
The statistics reveal that children experience violence across all stages of childhood, in diverse settings, and often at the hands of the trusted individuals with whom they interact on a daily basis. 
Ensuring that violence in all its forms is documented through solid data is a first step towards its elimination».