segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

RENDIMENTO BÁSICO INCONDICIONAL | «E se, todos os meses, chegasse ao seu bolso um rendimento fixo, incondicional e em troca de… nada?»


Leia aqui

«Este mês, o primeiro projeto-piloto europeu a testar o Rendimento Básico Incondicional celebra um ano. O modelo secular está em voga em todo o mundo. Em Portugal, também já gera discussão e críticas.
E se, todos os meses, chegasse ao seu bolso um rendimento fixo, incondicional e em troca de… nada? A ideia de um Rendimento Básico Incondicional (RBI) tem mais de cinco séculos de existência e não só sobreviveu ao teste do tempo como também conquistou um novo vigor, no último ano. Este mês, o primeiro projeto-piloto europeu a testar este modelo celebra um ano. Em Portugal, a semente também já foi lançada, com o PAN a propor a sua implementação em Cascais, a Assembleia da República a acolher um congresso sobre a questão e o Partido Socialista a debater os contornos do conceito, na próxima semana.

“Todos os cidadãos recebem um montante fixo de dinheiro de forma incondicional, que é acumulado com outros rendimentos. À partida, é um pagamento irrevogável”, explica ao ECO Gonçalo Marcelo, da Associação Rendimento Básico Incondicional – Portugal (RBIP). “Este é um debate que tem feito caminho noutros países e já foi objeto de um congresso em Portugal, no mês de setembro. Agora, o que nós pretendemos fazer é lançar o debate na sociedade“, sublinha Wanda Guimarães, deputada socialista e responsável pela abertura do evento que o partido organiza, no próximo sábado, dia 27 de janeiro, em torno deste tema. Continue a ler. E saiba mais neste prospeto.
Ainda:





LEMBREMOS A AGENDA 2030 | UM ODS DE CADA VEZ | OBJETIVO 12 | Produção e Consumo Sustentáveis



«Implementar o Plano Decenal de Programas sobre Produção e Consumo Sustentáveis, com todos os países a tomar medidas, e os países desenvolvidos assumindo a liderança, tendo em conta o desenvolvimento e as capacidades dos países em desenvolvimento
Até 2030, alcançar a gestão sustentável e o uso eficiente dos recursos naturais
Até 2030, reduzir para metade o desperdício de alimentos per capita a nível mundial, de retalho e do consumidor, e reduzir os desperdícios de alimentos ao longo das cadeias de produção e abastecimento, incluindo os que ocorrem pós-colheita
Até 2020, alcançar a gestão o ambientalmente saudável dos produtos químicos e todos os resíduos, ao longo de todo o ciclo de vida destes, de acordo com os marcos internacionais acordados, e reduzir significativamente a libertação destes para o ar, água e solo, para minimizar seus impactos negativos sobre a saúde humana e o meio ambiente
Até 2030, reduzir substancialmente a geração de resíduos por meio da prevenção, redução, reciclagem e reutilização
Incentivar as empresas, especialmente as de grande dimensão e transnacionais, a adotar práticas sustentáveis e a integrar informação sobre sustentabilidade nos relatórios de atividade

Promover práticas de compras públicas sustentáveis, de acordo com as políticas e prioridades nacionais. (...). Continue a ler. 

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

EUROPEAN WOMEN´S LOBBY | «2017 in 100 pictures!»



«We already look forward to an exciting 
and powerful year in 2018, together in sisterhood
 there is nothing we cannot achieve! Meanwhile, take 
a look back at our actions, campaigns, marches, 
meetings and a lot of feminist fun in 2017».

«Práticas artísticas para a inclusão social»







PARTIS – Práticas Artísticas para a Inclusão Social é um programa de apoio a projetos que privilegiam a arte como meio de intervenção social junto de crianças e jovens em risco, reclusos e ex-reclusos, imigrantes, pessoas isoladas ou com deficiência, entre outros. Alguns dos projetos apoiados no quadro da segunda edição deste programa apresentam o seu trabalho no “Isto é Partis”. Esta mostra tem também um espaço de reflexão na conferência “Isto é Inclusão Social.” Continue a ler.



quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

MADALENA IGLÉSIAS







Madalena Iglésias morreu. Das reações ao seu desaparecimento: «É inevitável não falar da Madalena Iglésias quando se fala da história da música portuguesa. Nesse sentido, tenho muito respeito por ela e imensa pena da sua morte.”-  Tozé Brito, cantor e compositor, em declarações à Lusa».
Leia mais. E neste endereço.
Entretanto, o destaque  dado na comunicação social, como se ilustra abaixo, é revelador do espaço que Madalena Iglésias ocupou na nossa sociedade,  e por tudo isso este post no Em Cada Rosto Igualdade.







«“A discriminação e a violência baseadas na orientação sexual e na identidade de gênero (da vítima) são violações de direitos humanos. Sempre que você vir essas violações, manifeste-se”»

Leia aqui

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

PARA O «GENDER BUDGETING» | ou seja, para os orçamentos com impacto de género






Um excerto do relatório da imagem, sem as notas de fim de página, e com destaques nossos:
«(...)
4.1. Gender budgeting in general
 Budget is the most powerful governmental tool to plan future policies and actions. Budgets are not gender neutral: spending and revenue activities result in discriminatory effects on men and women. On the other hand, a gender sensitive budgetary process, i.e. the so- called ‘gender budgeting’, could be used to set concrete horizontal gender equality goals across different policy areas. Similarly, the budgetary process provides an opportunity for reflection on the success of gender equality goals. Thus, ‘gender budgeting’ forms an indispensible part of gender mainstreaming.
According to guidelines of different institutions and women’s rights organisations, the basic good practices of gender budgeting include the following: all state authorities, particularly those in charge of the budget, should be actively involved in gender budgeting; Civil society organisations and external experts should support the process by providing technical expertise and transparency; Officials involved in spending and revenue decisions should receive gender budgeting training; Gender budgeting should target all policies resulting in trade-offs between groups of individuals as well as policies that involve direct spending and revenue-making; Gender equality should be incorporated also into the audit and parliamentary discharge processes as a reflective mechanism to assess the success of gender equality targets. To secure the commitment and cooperation of necessary state authorities, it should be underlined that gender budgeting represents a tool for achieving good governance standards (e.g. transparency and accountability) as well as general macroeconomic goals (e.g. growth and efficiency). However, this should not result in the overshadowing of gender equality by other policy goals. (...)».


Dando continuidade ao destaque, O MAINSTREAMING DE GÉNERO pretende que  «a perspectiva da igualdade de género seja incorporada em todas as políticas, a todos os níveis e em todas as fases, pelos atores geralmente implicados na decisão política» - veja mais aqui. Na mesma linha, referenciados à Administração Pública de forma explicita,  e seguindo o VPNI:





Ora, importa dizer que  na base deste post está o previsto na Lei do Orçamento do Estado para 2018 em termos de ORÇAMENTOS COM IMPACTO DE GÉNERO, a que já nos referimos aqui, e com ele queremos contribuir para algum esclarecimento e potenciais debates atendendo nomeadamente ao défice que qualquer um de nós pode identificar no âmbito destas matérias. Concretamente, já nos chegaram perguntas, e daí vem o impulso,  e deste modo queremos dar, ainda que pouco,  para as respostas. Tenhamos presente o que está definido e, a nosso ver, alertar para isso de maneira generalizada talvez a primeira tarefa. 



Tudo conjugado, a reflexão que nos ocorre: grande é o desafio que se coloca aos serviços, em torno de um processo de trabalho que designaríamos de inserção da igualdade de género no quotidiano dos diferentes organismos. Em termos conceptuais e práticos. Talvez, fugir de tratar o assunto «à parte» porque a ambição é que esteja em toda a parte e em qualquer momento  E a nosso ver, o que se fizer para dar cumprimento ao artigo 17.º, verdadeiramente vai ter o seu impacto no Orçamento do Estado para 2019, porque o «gender budgeting» só o será quando a igualdade de género estiver inscrita no seu ADN que se adquire no seu processo de elaboração e aprovação, ou seja, o OE já tem de nascer com essa marca. Naturalmente, a execução bem como  acompanhamento e avaliação têm de lhe dar continuidade. Dias interessantes nos esperam! E tudo leva a crer que não serão monótonos, prefiram-se grandes debates ... Já dá para o testemunharmos.





EXCERTOS | de «Só Acontece aos Outros»



no lançamento do livro

"Só Acontece aos Outros" 

donde se tirou o excerto abaixo - na Introdução.  



«“Nem toda a mudança dependeu da vontade de mudar. E essa vontade, quando existiu, ficou muitas vezes aquém da necessidade, em particular no que se refere às mulheres, aos jovens e às crianças. Faltou à 'revolução' o rasgo de inventar o futuro. A voz do cidadão comum permanece silenciada. A dor da gente não chega aos jornais, o diz o poeta na canção”». Maria Antónia Palla


segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

BARBARA PYM | «Mulheres Excelentes»






«Mulheres Excelentes é uma das melhores e mais divertidas comédias de Barbara Pym.Mildred Lathbury, filha de um sacerdote, é uma solteira que vive em Inglaterra durante os anos 50. Ela é uma das “mulheres excelentes”: mulheres inteligentes, compreensivas e trabalhadoras que os homens tomam como garantidas.Enquanto Mildred se envolve na agitada vida dos novos vizinhos — a antropóloga Helena Napier, Rocky, o seu elegante marido, e Julian Malory, o vigário que mora na porta do lado —, revela-se o modo como as personagens interagem num mundo de costumes perdidos e desejos contidos».

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«Uma lembrança surpreendente de que a solidão pode ser uma opção (…).» [John Updike]  | «O melhor livro de introdução a Barbara Pym.»[The New York Times]



PROGRAMA | «EUROPA PARA OS CIDADÃOS» | Candidaturas abertas até 1 de março de 2018




Veja Aqui



«O presente convite abrange as seguintes vertentes e medidas do programa «Europa para os Cidadãos»: Vertente 1: Memória europeia - Projetos Memória europeia |  Vertente 2: Compromisso democrático e participação cívica- Geminação de cidades - Redes de cidades - Projetos da Sociedade civil».Saiba mais.
.
.   .

Por exemplo, no que diz respeito à «Memória europeia»:
«Esta vertente apoiará atividades que convidem a uma reflexão sobre a diversidade cultural europeia e os valores comuns, no sentido mais lato, tendo em conta a igualdade entre homens e mulheres. Podem ser disponibilizados fundos para iniciativas que reflitam sobre as causas dos regimes totalitários na história moderna da Europa e para recordar as vítimas dos seus crimes. Esta vertente poderá igualmente abarcar atividades relacionadas com outros momentos decisivos e marcos da história europeia recente. Será dada preferência, em especial, a ações que promovam a tolerância, a compreensão recíproca, o diálogo intercultural e a reconciliação como meio de superar o passado e construir o futuro, nomeadamente com o intuito de chegar à geração mais jovem. Prioridades:
·         Commemorations of major historical turning points in recent European history;
·         Civil society and civic participation under totalitarian regimes;
·         Antisemitism, Anti-Gypsyism, xenophobia, homophobia and other forms of intolerance: drawing the lessons for today;
·         Democratic transition and accession to the European Union.

Subvenção máxima 100.000 euros e duração máxima de 18 meses. Os projetos devem obrigatoriamente ter início entre 1 de agosto do mesmo ano da data-limite e 31 de janeiro do ano seguinte ao da data-limite.

[prazo-limite 01/03/2018 | 12:00 (CET, hora de Bruxelas)»

Montagem a partir do site



quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

«manifesto criticando o "puritanismo" da campanha contra assédio sexual»


Leia mais

A propósito do Manifesto o post #metoo - um pequeno preço a pagar, de João André, no blogue Delito de Opinião. De lá:
«Uma das consequências do movimento #metoo and #balancetonporc é o sentimento de medo que se tem instalado entre a população masculina. Em parte isto tem-se reflectido essencialmente em figuras públicas, mas de tempos a tempos ouvimos falar de situações em empresas ou comentários genéricos sobre investigações acerca de abusos sistemáticos. Agora surge uma carta aberta de um colectivo de 100 mulheres no Le Monde que defende a «liberdade de importunar, indispensável à liberdade sexual».
 Esta carta sugere aquilo que deveria ser óbvio: num mundo de maturidade, de decência, e de igualdade, a liberdade de importunar uma mulher (ou um homem) por um homem (ou outra mulher) numa tentativa de flirt, de sedução, deveria ser incontestável. Ninguém se deveria incomodar com comentários que insinuem intenções sexuais, nem com contactos físicos decentes (toques na mão, contacto de joelho com joelho, mãos discretamente nos ombros, etc, dependendo de cada um/a). Da mesma forma que a pesosa em causa deveria ter completa liberdade de rejeitar o interesse e ficar em paz e sossego. A insistência deveria ser permitida, bem como a reiteração, de forma mais insistente, da rejeição. Estas são regras, que não devem necessitar de ser escritas, que permitem a coabitação numa sociedade normal.
 O que vemos no entanto é que os homens começam a sentir-se ameaçados. Têm que justificar comentários ou gestos completamente inocentes e sem segundas intenções, têm que explicar que aceitaram rejeições sem dificuldades e seguiram em frente, sem tomar quaisquer outras medidas contra quem os rejeitou, ou que talvez tenham tido gestos ou comentários pouco apropriados no momento mas pediram desculpas à pessoa em causa. Começam agora a ter que fazer pedidos públicos de desculpa (tanto mais quanto mais públicas sejam as figuras),  como se a população em geral tivesse alguma coisa que ver com estas situações.
 Temos então um mundo onde os homens começam a ter medo, a ter que pedir desculpas e a perder emprego com acusações das mulheres». Continue a ler.



«ORQUESTRA DE CATEURA (PARAGUAI). Reinventar e crescer»





Legendado em português


Uma leitora do Em Cada Rosto Igualdade
 enviou-nos este vídeo, e aqui o 
estamos a partilhar.



quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

TEATRO | «VANESSA VAI À LUTA» | «é uma peça para todos que trata em tom de comédia as questões pertinentes da formatação familiar e social de indivíduos cujo potencial infinito é à partida reduzido aos papéis tradicionais de homem e mulher»


O Teatro dos Aloés inicia a programação de 2018 acolhendo o espectáculo VANESSA VAI À LUTA.  Uma co-produção Teatro da Trindade Inatel e Teatro do Bairro com texto de Luísa Costa Gomes, encenação de António Pires e interpretação de Alexandra Rosa, Carolina Campanela, Cátia Nunes, Hugo Mestre Amaro e João Veloso. 
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SINOPSE

Era uma vez uma menina que queria como prenda de anos uma metralhadora. Mas a mãe leva-a à loja a ver os brinquedos próprios das meninas: bonecas cor-de-rosa, espanadores, aspiradores, vestidinhos cor-de-rosa, máquinas de lavar roupa cor- de-rosa. E aí começa a luta da Vanessa para ter aquilo que ela quer e, no processo, perceber porque é que as pessoas pensam que há coisas próprias de meninas e coisas próprias de rapazes e se sempre foi assim e se tem mesmo de ser assim. VANESSA VAI À LUTA é uma peça para todos que trata em  tom de comédia as questões pertinentes da formatação familiar e social de indivíduos cujo potencial infinito é à partida reduzido aos papéis tradicionais de homem e mulher.




INVESTIR NAS PESSOAS | «Social services priorities for the European Semester 2018»




«“If we want to avoid social fragmentation and social dumping in Europe, then Member States should agree on the European Pillar of Social Rights as soon as possible and at the latest at the Gothenburg summit in November. National social systems will still remain diverse and separate for a long time. But at the very least, we should agree on a European Social Standards Union in which we have a common understanding of what is socially fair in our single market.” Jean-Claude Juncker, State of the Union Speech, 13 September 2017».



terça-feira, 9 de janeiro de 2018

HOLLYOOD | Um Mar de Preto

COMPANHIA DE DANÇA PLURAL | «Esta Companhia, com um trabalho pioneiro há mais de 20 anos, junta em palco bailarinos profissionais e bailarinos com deficiência, física ou cognitiva, ao contrário de anos anteriores está sem financiamento e por isso decidiu lançar uma campanha solidária para angariar dinheiro»


Conforme se pode ler e ouvir no site da TSF:
«Esta Companhia, com um trabalho pioneiro há mais de 20 anos, junta em palco bailarinos profissionais e bailarinos com deficiência, física ou cognitiva, ao contrário de anos anteriores está sem financiamento e por isso decidiu lançar uma campanha solidária para angariar dinheiro que lhe permita pagar aos artistas, alugar o equipamento e o espaço para o espetáculo.
São necessários pelo menos 2 mil euros, numa campanha que está em curso até ao próximo dia 22 para que seja possível o espetáculo estrear este mês no Auditório Camões.
Diana Niepce, bailarina, coreógrafa, responsável pela direção artística do novo espetáculo da Plural, diz que só pode mesmo acreditar que o dinheiro vai aparecer, porque caso contrário será uma frustração».  Continue a ler.




segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

APAV | «Miscellanea»

Do Editorial:
«(...)
Ao longo dos últimos anos, a relação entre a investigação científica e a prática profissional no domínio da intervenção e apoio a vítimas de crime tem ganho um crescente protagonismo. Contudo, nem sempre esta operacionalização é óbvia. Por vezes, deparamo-nos com intervenções práticas desprovidas de cientificidade e construídas apenas com base no saber prático, mas pouco sustentadas do ponto de vista dos fundamentos teóricos que devem nortear a intervenção. Por outro lado, é comum encontramos investigações, que escrutinam o impacto da vitimação e as vítimas, que procuram encontrar as motivações para a existência e manutenção de comportamentos que produzem ou conduzem à violência mas que são, no final, pouco impactantes na sua capacidade de alimentar ou transferir o conhecimento adquirido para a prática e, mais grave, são elas próprias (re)vitimizadoras. Enquanto estrutura que apoia vítimas de crime, temos um papel essencial neste equilíbrio e procuramos assegurá-lo no âmbito das colaborações que estabelecemos: proteger as vítimas de investigações “vazias” e “egoístas”, do ponto de vista da sua verdadeira relevância para a prática. A investigação nem sempre serve os interesses das vítimas. Este argumento, recorrentemente e infundadamente utilizado em muitos pedidos de colaboração para estudos e projetos de investigação pode ser, na verdade, falacioso. Com efeito, muitas vezes, a participação das vítimas em recolhas de dados para fins de investigação, pode lesá-las de forma tão irremediável que quase poderiam configurar situações de revitimação e vitimação secundária. Por esse motivo, tentamos ser criteriosos na intenção de colaborar com a investigação, sem deixar que esta intenção interfira com a nossa principal missão: apoiar vítimas de crime. Este número duplo da Miscellanea, à semelhança dos anteriores, abre espaço a temas e estudos que consideramos relevantes para a intervenção que preconizamos.  (...)». Continue a ler..



«(...)embebidas de pensamento machista, misógino, estereotipado, em que se culpabiliza a vítima, se culpabiliza a mulher, pelos comportamentos que teve ou deixou de ter (...)»





Leia aqui





sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

OFICINA | «A força dos pequenos»:ausências e arte para resistência | 10 JAN 2018 | CES | COIMBRA



«(...)
“La fuerza de los pequeños” é um documentário dirigido por Patricia Simón, jornalista freelancer com um compromisso forte na luta pelos direitos humanos. O documentário recorre 20 anos de luta de um grupo de pessoas que com as palavras e a arte combateram o trabalho escravo, a prostituição de crianças, a exploração e a miséria numa comunidade no Maranhão, Brasil. A ativista Carmen Bascarán crio o Centro de Defesa da Vida e dos Direitos Humanos um espaço pelo qual conseguiram mudar leis, lutaram contra os governos locais e deram a muitas pessoas a oportunidade de formação e de seu próprio reconhecimento como pessoas e aprenderam a defender os seus direitos, paz e liberdade. (...)». Saiba mais.



DOS OUTROS | DINAMARCA | «Museums/Citizens and Sustainable Solutions»



Do Prefácio:
«Sustainability is at the top of today’s agenda – also for museums. The Danish Agency for Culture has therefore chosen to present the results of the National User Survey 2014 in the light of a sustainability perspective. This is based on a complex understanding of sustainability, which includes many different parameters. With the publication Museums – Citizens and Sustainable Solutions, The Danish Agency for Culture presents results, experiences and challenges that have been identified by means of the User Survey over the last six years. The User Survey is a tool for developing relevant and contemporary museums that provide access to culture for all citizens in every corner of Denmark. This is a clear objective in the Danish Museum Act. As mentioned in the comments to the Museum Act, the state owned and state approved museums are to “...contribute to putting the current societal development and debate into perspective. They are also to help form the basis for the solution of societal tasks. It is a key task for the museums to develop cultural and natural heritage as a resource in the Danish society, including the development of meaning and use of the same, both for the individual citizen and for society as a whole. The museums’ social role is to be strengthened, and the museums are to contribute to society’s development and to general education through experiences, inspiration, learning, critical reflection and active citizenship.” (...)».
E uma infografia, antecedida pela seguinte descrição (Pag.44):
«SOCIO-ECONOMIC BACKGROUND VARIABLES
 The User Survey provides knowledge about the users’ socio-economic background variables. This means the users’ gender, age and educational background. The numbers for 2014 show that women are still overrepresented at the museums, young people are underrepresented, and the users generally have a longer education than their proportion of the Danish population.
GENDER 
The gender distribution is uneven at the Danish museums. Women make up 62% of the Danish users, and 57% of the foreign users. Among the Danish users, women are most overrepresented at the art museums, where they make up 66%, while they account for 58% at the natural history museums. At the cultural history museums, 60% of the users are women. Women are overrepresented among the foreign users, albeit to a lesser degree than among the Danish users. Among the foreign users, men make up 57% at the natural history museums, whereas men only make up 41% of the users at the art museums. At the cultural history museums, the proportion of men among the foreign users is 44%. (...)».