quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

NA TORRE DO TOMBO | «Memórias de Zeca Afonso» | DE 23 FEVEREIRO A 21 MARÇO 2017 | ENTRADA LIVRE







«Em memória a José Afonso (2 agt 1929 - 23 fev 1987) a Torre do Tombo promove uma mostra documental de 23 de fevereiro a 21 de março. Estarão patentes alguns poemas e canções, fotografias e discos em vinil, aliando documentos em suporte original e em suporte digital.
Contamos com a sua visita».


«Subnutrição nos lares é o dobro do que é em casa»



Leia aqui



quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

CONFERÊNCIA | «Museus de Mulheres» | 25 FEVEREIRO 2017 | 15:00H | CASA ROQUE GAMEIRO | AMADORA



«No próximo dia 25 de fevereiro (sábado), tem início pelas 15h00, na Casa Roque Gameiro, a conferência "Museus de Mulheres”, por Aida Rechena, Diretora do Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado.
Esta iniciativa está inserida numa série de eventos que têm vindo a decorrer neste espaço municipal, e que têm como ponto de partida a exposição “Flor de Água - Helena Roque Gameiro (1895-1986) - Aguarela e Artes Aplicadas”, aqui patente até 26 de fevereiro».


Inscrição prévia até 24 de fevereiro,
 através do email vera.ferreira@cm-amadora.pt

Entrada livre.

Casa Roque Gameiro  
 Pct.ª 1.º de Dezembro |  Amadora
Tel. 21 436 90 58



«O impacto devastador das mudanças climáticas na Etiópia»










«A Etiópia enfrenta uma das piores secas em três décadas. Seis milhões de crianças estão vulneráveis à fome, falta de água e doenças. O acesso à água segura para o consumo pode protegê-las destes riscos e garantir a permanência na escola». Confira no vídeo acima  da UNICEF. Tirado daqui.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

ONU | «O chefe de direitos humanos da organização alertou para o aumento da xenofobia e da discriminação em todo o mundo»




«(...)
“Em muitos países, mesmo as normas estão sendo atacadas – a xenofobia e os apelos à discriminação racial e religiosa entraram no discurso dominante e todos os dias, aparentemente, estão mais difundidos e mais enraizados”, disse Zeid Ra’ad Al Hussein, alto-comissário da organização para os direitos humanos.“Mais e mais as pessoas estão percebendo de repente que não podemos mais nos permitir ser complacentes no tema dos direitos humanos, e que a erosão [dos direitos] de outras pessoas levará, mais cedo ou mais tarde, a nossa própria erosão.” (...). Leia na integra.





A CAMINHO DO DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES 2017 | «Women in the Changing World of Work: Planet 50-50 by 2030»

Veja aqui.

«The theme for International Women’s Day, 8 March, 2017, focuses on “Women in the Changing World of Work: Planet 50-50 by 2030”.
The world of work is changing, and with significant implications for women. On one hand, we have globalization, technological and digital revolution and the opportunities they bring, and on the other hand, the growing informality of labour, unstable livelihoods and incomes, new fiscal and trade policies and environmental impacts—all of which must be addressed in the context of women’s economic empowerment.
In 2015, world leaders adopted the Sustainable Development Goals, placing gender equality and empowerment of all women and girls at the heart of the 2030 Agenda for Sustainable Development. Achievement of the goals, including ending poverty, promoting inclusive and sustainable economic growth, reducing inequalities within and between countries, and achieving gender equality and empowerment of all women and girls, rests upon unlocking the full potential of women in the world of work.
Measures that are key to ensuring women’s economic empowerment in the changing world of work must include bridging the gender pay gap, which stands at 24 per cent globally; recognizing women’s unpaid care and domestic work and addressing the gender deficit in care work; as well as addressing the gender gaps in leadership, entrepreneurship and access to social protection; and ensuring gender-responsive economic policies for job creation, poverty reduction and sustainable, inclusive growth».



sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

MARIA TERESA HORTA | «Ema»




Sinopse: A mulher vagueia no universo repressivo da casa. Poderia ser a mesma onde a avó fora morta pelo avô, ou de onde a mãe saíra, louca, para o hospital psiquiátrico. Ema é o nome de todas elas. Como o da antepassada tomada pelo terror após ter parido uma menina, sem dar ao homem com quem casara um filho varão. É esse espaço de violência que vai alimentando o ódio na paixão que a última das Emas tem pelo marido. Um ódio crescente que a impele, implacável, para a vingança, para o assassínio dele. Uma morte desfrutada, dir-se-ia gozada, por um olhar onde, apesar de tudo, a paixão perdura… +.

«Culture at the heart of a sustainable Europe»

Leia na integra.


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

«para Marina tudo é difícil, e por isso ela encontra poesia onde não existe nada, dignidade onde ela não está»




(montagem)
Disponível no Público
online

PROJETO ÁRVORE | «Falam muito e aborrecem-se. Voltam ao entusiasmo e riem. Como qualquer criança. Mas onde a sua felicidade maior se revela é na altura de exibir o trabalho final.»









«Estas crianças, enviadas para a Casa Pia por ordem do tribunal ou a viver em espaços de acolhimento da instituição, não vão para o Museu Berardo para qualquer tipo de atelier artístico, nem para uma atividade lúdica, esclareceu Vasco Barata, do departamento de Arte e Cultura da instituição:
“Vão para ter um contacto sério com a arte, ferramentas para lidar com a arte, para produzirem arte e para que o tempo em que estiverem na Casa Pia seja um tempo que deixe marcas na sua educação”.
O projeto Árvore, no seu segundo ano consecutivo e agora com mais crianças, e também mais velhas, foi desenhado especificamente tendo em conta as características destes jovens». Continue a ler.





terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

JOSÉ JORGE LETRIA | «Grandes Histórias de Amor/O Livro dos Amantes»




SINOPSE
«Incendeiam este livro histórias de amores arrebatadores como os de D. Pedro I e D. Inês de Castro, Simone de Beauvoir e Jean-Paul Sartre, Almeida Garrett e a viscondessa da Luz, Ava Gardner e Frank Sinatra, Oscar Wilde e Lord Alfred Douglas, John Lennon e Yoko Ono, Snu Abecassis e Francisco Sá Carneiro. Afinal, como escreveu Luís de Camões, o amor é «fogo que arde sem se ver». O fogo que arde neste livro pode não se ver, mas queima.

Os grandes amores desafiam as barreiras do tempo e do espaço e, muitas vezes, é a sua dimensão trágica que os mitifica e eterniza. Nestas páginas há histórias de amor heterossexual e homossexual, antigas e modernas, famosas e menos conhecidas, mas todas elas capazes de nos fazer suster a respiração». +.





«O Museu dos Biscainhos assinala o Dia dos Namorados sensibilizando contra a Violência»

Recorte do Diário do Minho de 12 FEV 2017

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

MANUELA DE AZEVEDO | «mulher que fez história quando a sua era uma profissão de homens»

Morreu Manuela de Azevedo, a primeira jornalista portuguesa


«(...)Na entrevista ao DN em 2013 contou: "Quando pelos anos 1930 cheguei ao jornal República, o meu primeiro jornal, esperava-me uma secção criada de propósito para mim chamada Tribuna da Mulher. Recusei imediatamente. Era só o que faltava, nem tribunas de homens nem de mulheres, ali havia jornalistas e quem tivesse unhas tocava guitarra. E eles lá cederam. Mas também encontrei ossos tão duros quanto eu." (...). Leia na integra no jornal Público.


«O mundo precisa da ciência, e a ciência precisa das mulheres»



Leia aqui


Recordemos o dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência que se comemora a 11 de fevereiro:

«Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência

Mensagem de Irina Bokova, diretora-geral da UNESCO, por ocasião do Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, 11 de fevereiro de 2017

Este Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência é uma oportunidade para que todos tomem uma posição a favor das meninas e mulheres na ciência.
As meninas continuam a enfrentar estereótipos e restrições sociais e culturais, que limitam seu acesso à educação e ao financiamento para pesquisas, impedindo-as de desenvolver carreiras científicas e de realizar todo o seu potencial. As mulheres continuam sendo minoria na pesquisa e na tomada de decisões na área da ciência. Isso lança uma sombra sobre todos os esforços para alcançar a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e o Acordo de Paris sobre Mudança Climática – sendo que ambos destacam os papéis-chave da igualdade de gênero e da ciência.
Ao mesmo tempo, meninas e mulheres suportam os fardos mais pesados da pobreza e da desigualdade – elas estão nas linhas de frente da mudança climática, incluindo os desastres resultantes de riscos naturais. Meninas e mulheres que vivem em áreas rurais e desfavorecidas são as mais afetadas.
A obtenção de progressos significativos deve começar com os direitos e a dignidade das mulheres, por meio do estímulo à sua engenhosidade e inovação.
Esta mensagem foi enviada durante as duas últimas Conferências das Partes na Convenção-marco das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP 21 e 22). A humanidade não pode ignorar a metade de seu gênio criativo».

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

CICLO DE CINEMA | «Género & Identidade» | ENTRE 15 FEVEREIRO -19 JULHO | ESPAÇO NIMAS |LISBOA


LUÍS AGUIAR-CONRARIA | «Desigualdade salarial e especialização sexual»

Leia no Observador
Termina assim:

«(...)
Que retirar de toda esta informação? Se se pretender combater a desigualdade de género no mercado laboral, então é preciso ter cuidado com as políticas propostas. Políticas que reforcem o estereótipo da mulher cuidadora, mesmo que bem-intencionadas, tenderão a alimentar a discriminação no local de trabalho. O caminho a ser trilhado deve ser o oposto. Mais do que criar condições para que as mulheres possam compatibilizar o apoio à família com as suas actividades profissionais, urge criar esses incentivos para os homens».

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

ENTREGA DO PRÉMIO MARIA DE LOURDES PINTASILGO | hoje 9 de fevereiro | 16:00H | SALÃO NOBRE | IST | LISBOA





Programa
16h00 | Abertura da sessão, Prof. Arlindo Oliveira
16h10 | Intervenção da Prof. Helena Geirinhas Ramos
16h15 | Intervenção do Prof. Tiago Farias
16h25 | Outorga do prémio à Prof.ª Graça Carvalho
16h35 | Outorga do prémio à Eng.ª Inês Godet
16h45 | Intervenção do Comissário Europeu, Eng. Carlos Moedas
16h55 | Intervenção da sra. Ministra do Mar, Eng.ª Ana Paula Vitorino
17h05 | Intervenção do sr. Ministro Adjunto, doutor Eduardo Cabrita

«nova Roda da Alimentação Mediterrânica»







quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Como o Governo Sueco «responde» a Trump


El Gobierno sueco ‘responde’ a Trump con una foto de mujeres del gabinete



«Está na hora de ensaiar a próxima cena»



Leia aqui



«Com os olhos cheios de pânico, dois rapazes buscam abrigo sob o sol escaldante da República Democrática do Congo. Na fuga, se deparam com um muro de chapas de ferro que bloqueia a passagem: não há saída. Eles gritam apavorados. De uma hora para outra, o medo vai embora. Os homens se levantam e espanam a poeira das calças. Está na hora de ensaiar a próxima cena». Leia também «Dramaturgia ajuda refugiados do Burundi a enfrentar desafios do cotidian.



terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

FILME| «Moonlight»








SINOPSE

Uma história de ligações humanas e autodescoberta, MOONLIGHT é o relato da vida de um jovem afro-americano desde a sua infância até à idade adulta, acompanhando a sua luta por encontrar um lugar no mundo à medida que cresce num bairro empobrecido de Miami.
MOONLIGHT é um retrato vital da vida contemporânea da comunidade afro-americana ao mesmo tempo que é uma meditação intensamente pessoal sobre identidade e uma obra revolucionária que reflete com grande compaixão e verdades universais. 
Ancorada pelas extraordinárias prestações de um forte elenco (Trevante Rhodes, Naomie Harris, Mahershala Ali, Andre Holland, Janelle Monáe, etc.) a singular visão do realizador Barry Jenkins é profundamente comovente na sua representação de momentos, pessoas e forças que moldam as nossas vidas e fazem de nós as pessoas que somos. +.



Na revista « do semanário Expresso desta semana há uma entrevista de Francisco Ferreira a Barry Jenkins, o realizador, no Festival de Toronto. De lá: «Numa altura em que ninguém se atreveu a pensar que esta obra, realizada e interpretada por negros, pudesse sequer ser nomeada para uma Óscar, quanto mais para oito(!), mas a intensidade e o orgulho do olhar de Jenkis sobre as suas personagens cedo chamou a atenção, correndo pelos bastidores do festival. O que significa ser negro, pobre e gay na América atual? "Moonlight" segue a história de um rapaz dos arrabaldes de Miami interpretado por três atores noutras tantas fases da sua vida: infância, adolescência e maioridade. Pelo meio, há famílias desagregadas, combates de rua, a descoberta da homossexualidade e um reencontro com o passado - tudo filmado à altura dos afetos».
E da critica, de Jorge Leitão Ramos,  também na mesma revista E:


E para terminar, se vale  alguma coisa a opinião de leiga que já viu o filme: não perca, corra para um cinema perto de si onde o filme esteja em exibição... Confirma-se o que o realizador diz na entrevista atrás referida, à pergunta: Quando é que descobriu a sua vocação de cineasta?   «Foi na Universidade em Miami. Não tem nenhuma tradição em cinema , mas era a única que eu podia pagar. Sempre fui muito pobre. Era mau aluno no início, tinha a sensação de que os outros sabiam muito bem o que queriam fazer. Na biblioteca da universidade, descobri os filmes de Godard, o "Chungking Express", de Hong Kar-Wai, ou a a obra de Claire Denis, que é a minha cineasta favorita. Descobri que os filmes deles não me excluíam. O Godard marcou-me bastante. Foi graças aos seus filmes que eu disse a mim mesmo que não ia precisar de imitar o Spielbeg para ser alguém nesta profissão». (destaque nosso).  


DANTAS RODRIGUES | «A violência sobre crianças»





Leia aqui

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Georgette Ferreira





 «avessa a homenagens, porque a nossa
 contribuição na luta e na vida é uma coisa natural»






Georgette Ferreira morreu,  aos 91 anos de idade.
«(...) desde muito nova que se evidenciou enquanto militante, e posteriormente dirigente, do Partido Comunista Português, a que aderiu na década de 40, quando era operária têxtil, tendo o relacionamento com Alves Redol [29/12/1911-29/11/1969], Carlos Pato [21/12/1920-26/06/1950] e Soeiro Pereira Gomes [14/04/1909-05/12/1949], entre outros nomes locais, muito contribuído para a sua formação política. Interveio, em 1943, na luta pela criação de uma secção do Sindicato das Costureiras em Vila Franca. 
No ano seguinte, foi uma das organizadoras em Alhandra e Vila Franca de Xira das greves de 8 e 9 de maio de 1944 e da marcha do dia 8, que culminou com a prisão de várias mulheres nas Praças de Touros de Vila Franca de Xira e do Campo Pequeno, tendo algumas sido remetidas, a 11, para Caxias, onde permaneceram até Agosto. 
Em 1945, tal como as duas irmãs, passou à clandestinidade, vivendo como “companheira” de António Assunção Tavares, operário da Fábrica Cimentos Tejo e forçado a “mergulhar” na sequência do movimento grevista de 1944: apenas um irmão, o mais velho, não teve atividade política e, por isso, acabou por ser o único a dar apoio, com a mulher, aos pais já idosos, circulando as informações familiares com muita dificuldade e morosidade. 
Escapou, em 28 de agosto de 1945, de ser presa na casa da Lapa, onde vivia com o companheiro e, em 1946, participou com Cândida Ventura [n. 1918] no II Congresso Ilegal do PCP realizado na Lousã. 
Detida pela PIDE às três horas da madrugada de 17 de dezembro de 1949 com António Dias Lourenço [25/03/1915-07/08/2010], na casa de Monte de Moraventos, concelho de Palmela. Recolheu ao Forte de Caxias, onde conviveu na mesma cela, ainda que por poucos dias, com Cecília Areosa Feio [05/12/1921-08/02/1980], Maria Lamas [06/10/1893-06/12/1983] e Virgínia Moura [19/07/1915-19/04/1998]. 
Durante a reclusão, em resultado da alimentação a doença de estômago de que padecia agravou-se, conseguindo, devido à solidariedade dos outros presos, ser levada de urgência para o hospital; e recebeu correspondência de Álvaro Cunhal [1913-2005], preso na Penitenciária de Lisboa, da qual extratos de uma carta de 3 de setembro de 1950 foram publicados no boletim 3 Páginas. 
Evadiu-se, em 4 de Outubro de 1950, do Hospital de Santo António dos Capuchos, depois de a fuga ser devidamente planeada com o seu Partido, a família, o médico Arménio Ferreira [1920-2002] e o camarada que a esperava com um carro cá fora e a transportou para uma casa clandestina em Lisboa. Daqui passou para o Comité Local do Porto, posteriormente teve responsabilidades na organização de Lisboa e integrou o Comité Central entre 1952 e 1988.
Participou, em março de 1954, na V Reunião Ampliada do Comité Central do Partido Comunista e voltou a ser detida em dezembro desse ano, num encontro com Jaime Serra, quando ambos trabalhavam na organização da capital. 
Condenada, em 1957, a três anos e medidas de segurança, gerou enorme movimento de solidariedade para que as cumprisse em liberdade. 
Libertada somente em 1959, partiu clandestinamente para a Checoslováquia, saindo do país por Chaves, a convite da organização de mulheres do país e lá curou a sua doença pulmonar, percorrendo vários sanatórios até 1962. Aí conviveu com José Gregório [19/03/1908-10/05/1961], que também estava naquele país em tratamento, e a sua companheira Amélia Fonseca do Carmo. 
Representou Portugal, juntamente com Maria Lamas, no Congresso Mundial das Mulheres de 1963. 
Passou depois por Paris, onde viveu quase três anos, e regressou à luta clandestina em Portugal, encontrando-se na região de Setúbal aquando do 25 de Abril de 1974. 
Usou o pseudónimo “Paiva”. 
Após a revolução, foi uma das deputadas comunistas na Assembleia da República. (...)». Leia na integra no blogue Silêncios e Memórias.


FEVEREIRO 6 | «Dia Internacional de Luta Contra a Mutilação Genital Feminina»


Leia aqui



sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

DOCUMENTÁRIO SOBRE MUTILAÇÃO GENITAL FEMININA | «Este é o meu Corpo» | 5FEV2017 | 17:00H | MUSEU DAS ARTES DE SINTRA






SOBRE OS PRÉMIOS


«O Prémio Contra a MGF - Mudar aGora o Futuro foi instituído em 2012 pela mão da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG) e dirige-se a Associações sem fins lucrativos e/ou Organizações NãoGovernamentais (ONG) vocacionadas para a promoção dos direitos e interesses de imigrantes, e visa distinguir projetos que contribuam para a erradicação da MutilaçãoGenital Feminina (MGF)».
Os projetos vencedores da 3.ª edição do Prémio, que irão ser distinguidos a 5 de fevereiro, às 17h00, no Mu.Sa – Museu das Artes de Sintra, são:

1.º prémio
Fator M - Ativismo pelo fim da MGF
 Associação dos Filhos e Amigos de Farim (Sintra)

2.º prémio 
Pelo Fim da Excisão. Faço (p)arte
 Associação Mulheres Sem Fronteiras (Grande Lisboa)

3.º prémio 
Em Rede contra a Mutilação Genital Feminina II
 Movimento Musqueba 
 Associação de Promoção e
 Valorização da Mulher Guineense (Odivelas)





TEOLINDA GERSÃO | «Prantos, amores e outros desvarios»



Sinopse
A morte de um homem amado; o pranto de uma mulher que falha uma promessa e se julga castigada; uma mãe, uma filha e o cheiro venenoso das acácias; uma mulher que se extravia dentro dos seus sonhos; aquele elevador com alguém preso lá dentro; o futebol, implacável jogo bravo; setenta e cinco rosas cor de salmão, seguras por um laço de seda e embrulhadas em papel de prata; solidariedade machista, conselhos de um velho a um rapaz; uma água-marinha que traz uma mensagem; não cobiçar as coisas alheias; uma teia de enredos, e a Alice que caiu num buraco do qual dificilmente conseguirá sair.

Catorze contos extraordinários, de uma das autoras mais consagradas e inquietantes da literatura actual, que nunca deixa de nos surpreender com a acutilância e profundidade da sua escrita. Saiba mais.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

COMBATE AO DISCURSO DE ÓDIO CONTRA REFUGIADOS

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«A Aliança de Civilizações da ONU e a União Europeia promoveram na semana passada (26) um simpósio em Bruxelas, na Bélgica, para abordar o desafio crescente do discurso de ódio contra migrantes e refugiados em todo o mundo.Alto representante da Aliança observou que os refugiados estão cada vez mais sendo vistos como um peso para a economia das comunidades de acolhimento, embora os próprios Estados-membros reconheçam sua contribuição positiva para o crescimento inclusivo e sustentável».

«tráfico de pessoas para trabalharem, em condições muito próximas da escravatura, em explorações agrícolas um pouco por todo o país»



Leia aqui


«Nos últimos três anos, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) e a Unidade Nacional de Contraterrorismo (UNCT) da PJ investigaram cerca de meia centena de suspeitos de tráfico de pessoas para trabalharem, em condições muito próximas da escravatura, em explorações agrícolas um pouco por todo o país. Foram identificadas mais de 200 vítimas». Leia na integra, no DN.



quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

OLÁ CRIANÇAS ! OLÁ JOVENS ! | TALVEZ LHES INTERESSE (77) | «Vanessa Vai à Luta»



«O Teatro do Bairro, numa coprodução com o Teatro da Trindade Inatel, vai levar à cena a peça de teatro «Vanessa vai à luta» de Luísa Costa Gomes, numa encenação de António Pires.
Esta é uma peça que, nas palavras da sua autora, “… trata em tom de comédia as questões pertinentes da formatação familiar e social de indivíduos cujo potencial infinito é à partida reduzido aos papéis tradicionais de homem e mulher”.
Estreia no dia 19 de janeiro de 2017, à noite e, durante os meses de fevereiro e março, estará em cena nas matinés de sábado, no Teatro da Trindade Inatel. Para o público escolar, a temporada decorre de 8 de fevereiro a 31 de março, em Lisboa, estando também prevista uma digressão nacional de 23 de janeiro a 31 de maio.
Este espetáculo conta com o apoio do Gabinete da Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade e da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género». Saiba mais.



«Óscares. Mulheres pouco representadas nas categorias técnicas»

Veja aqui

«Os nomeados para a 89ª Cerimónia dos Óscares foram conhecidos a semana passado e o número de mulheres nomeadas para categorias técnicas diminuiu em relação a 2015. De acordo com o estudo do Centro de Media das Mulheres, fundado por Jane Fonda, Robin Morgan e Gloria Steinem, apenas 20% destas categorias são representadas por mulheres, menos 2% em relação à última nomeação, explica a Entertainment Weekly.
“Em categorias técnicas e em papéis que não são de representação, a nossa investigação mostra que 80% das nomeações são homens”, revelou Julie Burton, presidente do Centro de Media das Mulheres, à revista norte-americana. “Quatro em cinco nomeados são homens — o que significa que as vozes e perspetivas masculinas são maioritariamente responsáveis pelo que vemos nos ecrãs”, acrescentou». Continue a ler no Observador.

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

CONFERÊNCIA | «REFUGIADOS E MIGRAÇÕES: a prevenção de conflitos e as soluções duradouras»| 31 JANEIRO 2017 | 14:30 H | ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA


Subcomissão para a Igualdade e Não Discriminação, da Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, organiza a Conferência "Refugiados e migrações: A prevenção de conflitos e as soluções duradoiras".
Presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues, preside à sessão de abertura.
É convidado de honra o antigo Presidente da República Jorge Sampaio, na qualidade dePresidente da Plataforma Global de Apoio a Estudantes Sírios. A conferência conta ainda com a intervenção de representantes  de entidades que acompanham a evolução destes fenómenos, de presidentes de alguns dos municípios que receberam e integraram refugiados em território nacional, e também de professores universitários que se têm dedicado a estas matérias, sendo encerrada pelo Ministro-Adjunto, Eduardo Cabrita.



«Para onde?»






Veja aqui


«O “Para Onde?” surgiu no final de 2014 enquanto plataforma online informativa de oportunidades de voluntariado em todo o Mundo. Passados dois anos de imenso sucesso, demos o passo seguinte e tornámo-nos numa organização sem fins lucrativos que tem como objetivo a concretização de uma experiência de voluntariado internacional por todos aqueles que nos procuram. Não há limitações de idade, experiência, formação ou religião. O que realmente importa é a motivação de cada um – e nós temos a certeza que isso não te falta! Junta-te a este movimento, oferece aquilo que tens e não te esqueças que todos temos muito para partilhar e aprender. 
O “Para Onde?” orgulha-se de ser parceiro português da rede de voluntariado internacional Service Civil International (SCI), apoiada pela UNESCO. Esta rede foi criada em 1920, depois da Primeira Guerra Mundial, com o objetivo de criar espaços de ação comum entre pessoas de diversas nacionalidades, promovendo assim o diálogo e a tolerância. Por este mesmo motivo, há várias décadas que o lema do SCI é“voluntariado pela paz”, sendo esta, claro, uma luta difícil e contínua na qual persistimos a acreditar».




segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

SVETLANA ALEXIEVICH | «A Guerra não tem rosto de mulher»




SINOPSE
«Nesta obra-prima, Svetlana Alexievich dá voz a centenas de mulheres que revelam pela primeira vez a perspetiva feminina da Segunda Guerra Mundial. O número de mulheres combatentes no Exército Vermelho chegou quase a um milhão, mas a sua história nunca foi contada. Este livro, marcado pelo estilo pungente de Svetlana Alexievich, apresenta testemunhos de mais de 200 jovens russas que passaram de filhas, mães, irmãs e noivas a atiradoras, condutoras de tanques ou enfermeiras em hospitais de campanha. O seu relato não é uma história de guerra, nem de combate; é uma história de mulheres e homens catapultados «da sua vida simples para a profundeza épica de um enorme acontecimento». Em que pensavam? De que tinham medo? Como foi aprender a matar? É sobre isto que estas mulheres falam, mostrando uma faceta do conflito sobre a qual não se escreve. Descrevem a sujidade e o frio, a fome e a violência sexual, a angústia e a sombra permanente da morte. A Guerra não Tem Rosto de Mulher, a marcante obra de estreia de Svetlana Alexievich, foi originalmente publicada em 1985, depois de quatro anos de pesquisa e entrevistas. Esta edição corresponde ao texto fixado em 2002, quando a autora reescreveu o livro e incluiu novos excertos com uma força que, antes, a censura não lhe tinha permitido mostrar». +.

«OPEN IDEO | AMPLIFY | YOUTH EMPOWERMENT CHALLENGE»



Veja video aqui



Vale a pena conhecer a «OpenIdeo» a que se refere a imagem acima,  e contactar com uma das suas iniciativas, a  AMPLIFY, no seio da qual se desenvolve o programa «Youth Empowerment Chalenge»  cujos vencedores recentes estão a ser divulgados. Assim:
«Dear Friends, 
We are thrilled to announce our Youth Empowerment Challenge winners

After reviewing more than 550 submissions over the course of the past three months, we have selected six winning ideas that we believe will transform the opportunities for youth living in East Africa.
These ideas will be implemented in Kenya, Rwanda, and Uganda. Click on the links below to learn more about each winner and comment on their idea to congratulate them!»





As «Top Ideas»/Vencedoras